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quarta-feira, 23 de maio de 2012

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CONCURSO MINISTÉRIO DA FAZENDA-ASSISTENTE TÉCNICO ADMINISTRATIVO" alt="MINISTÉRIO DA FAZENDA-ASSISTENTE TÉCNICO ADMINISTRATIVO"/2012

MINISTÉRIO DA FAZENDA-ASSISTENTE TÉCNICO ADMINISTRATIVO
MINISTÉRIO DA FAZENDA
ASSISTENTE TÉCNICO ADMINISTRATIVO

concurso público: edital rio tinto pb 2012

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"Um carro estacionado...."

IMPORTANTE SABER....
Preste atenção!!!! Isto é importante! 

Um carro estacionado na sombra durante um dia com as janelas fechadas pode conter de 400-800 mg. de Benzeno. Se está no sol a uma temperatura superior a 16º C., o nível de Benzeno subirá a 2000-4000 mg, 40 vezes mais o nível aceitável...

A pessoa que entra no carro 
mantendo as janelas fechadasinevitavelmente aspirará em rápida sucessão, excessivas quantidades desta toxina. 

O Benzeno é uma toxina que 
afeta o rim e o fígado. E o que é pior, é extremamente difícil para o organismo expulsar esta substância tóxica.

Ar condicionado ou ar simples dos  Automóveis 


O manual do condutor indica que antes de ligar o ar condicionado, deve-se primeiramente 
abrir as janelas e deixá-las assim por um tempo de dois minutos, porém não especificam "o porquê", só deixam entender que é para seu "melhor funcionamento". 

Aqui vem a razão médica:

De acordo com um estudo realizado, o ar refrescante antes de sair frio, manda todo o ar do plástico quente o qual libera Benzeno, que causa câncer (leva-se um tempo para dar-se conta do odor do plástico quente no carro). Por isto é a importância de manter 
os vidros abertos uns minutos.

"Por favor não ligar o ar condicionado ou simplemente o ar, imediatamente ao se entrar no carro.
Primeiramente deve-se abrir as janelas e depois de um momento, ligar o ar e manter as janelas abertas uns 2 (dois) minutos."


Além de causar câncer, o Benzeno envenena os ossos,  causa anemia e reduz as células brancas do sangue.

Uma exposiçãoprolongada pode causar Leucemia, incrementando o risco de câncer.
Também pode causar um aborto. O nível apropriado de Benzeno em lugares fechados é de 50 mg/929 cm2. 


Assim amigos, por favor, antes de entrar no carro, abrir as janelas e a porta para assim dar tempo a que o ar interior saia e disperse esta toxina mortal.

"Quando alguém recebe uma informação valiosa  e se beneficia dela, tem obrigação moral de partilhar com todos".

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Qual é o valor da aceleração escalar média de um automóvel que varia sua velocidade de 60 km/h para 96 km/h em 5 s?

Qual é o valor da aceleração escalar média de um automóvel que varia sua velocidade de 60 km/h para 96 km/h em 5 s?

Obs.: km/h para m/s divide-se por 3,6                    (m/s para km/h  multiplica-se por 3,6)

Resposta:

vf - vi = 96 - 60 = 36 km/h      36/3,6 = 10 m/s

tf - ti = 5 - 0 = 5 s

am = Δv / Δs  → 10 / 5 = 2 m/s

Por: professordiegobio.blogspot.com

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quinta-feira, 10 de maio de 2012

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Brasil e França...

Brasil e França vão estudar as chuvas na Bacia Amazônica nos últimos 10 milhões de anos

Cerca de 30 pesquisadores do Laboratório Misto Internacional Franco-Brasileiro Observatório das Mudanças Climáticas (LMI-OCE) vão participar do projeto Clim-Amazon para conhecer o regime de chuvas na Bacia do Rio Amazonas nos últimos 10 milhões de anos. O estudo, que vai durar quatro anos e é financiado exclusivamente pela União Europeia (€ 2 milhões), vai observar os sedimentos encontrados no leito e no fundo de várias partes do Rio Amazonas, desde a nascente nos Andes até a foz no Oceano Atlântico.
Os sedimentos se deslocam, entre outras formas, pela força da chuva que alimenta o rio. Os dados coletados pela observação dos sedimentos poderão indicar se houve variação climática no período “Será que o regime de chuva na Bacia Amazônica permaneceu constante nos últimos 10 milhões de anos ou será que houve mudanças?”, pergunta Roberto Ventura Santos, diretor de geologia e recursos minerais do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e professor do Laboratório de Geocronologia da Universidade de Brasília (UnB).
O pressuposto do trabalho é que a natureza não é constante e se desenvolve em ciclos. As características dos sedimentos (físicas, geoquímicas e isotópicas) revelam de onde eles vieram e quando. “A hipótese é que ocorreram variações climáticas e essas variações modificaram não só a quantidade, mas também a localização de onde vieram os sedimentos”, explica Ventura Santos.
Essas informações podem ser relevantes em projeções sobre o comportamento futuro das chuvas na região. “Para saber como as coisas vão funcionar no futuro, precisamos ver como se comportaram no passado. Entender como se deram no passado pode ser extremamente importante para saber como a Bacia Amazônica vai mudar no futuro”, avaliza Franck Poitrasson, pesquisador colaborador da UnB e coordenador do projeto pelo Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD).
A pesquisa vai utilizar material coletado em estudos anteriores (também em cooperação Brasil-França), novas coletas de água barrenta ou amarelada no Rio Amazonas (sedimento em suspensão) e material obtido em perfurações de 300 a 400 metros de profundidade (colhido nas prospecções por petróleo), além de material de satélite que pode, por exemplo, trazer imagens sobre as áreas com erosões.
A observação dos sedimentos pode inclusive verificar o impacto do desmatamento recente no Amazonas. As raízes das árvores mortas liberam terra do solo, que é levada ao rio.
Além de cientistas franceses e brasileiros (da UnB, da Universidade Federal do Amazonas e do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia), participam do Clim-Amazon pesquisadores alemães e holandeses. A expectativa de Ventura Santos é que em breve cientistas de outros países, inclusive da região amazônica, sejam envolvidos no projeto entre doutores, pós-doutores e pesquisadores visitantes. (Fonte: Gilberto Costa/ Agência Brasil)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/05/07/82977-brasil-e-franca-vao-estudar-as-chuvas-na-bacia-amazonica-nos-ultimos-10-milhoes-de-anos.html

...James Lovelock...

Guru verde renega catastrofismo climático

Depois de prever que o aquecimento global mataria bilhões de pessoas e reduziria a humanidade a um punhado de refugiados no Ártico, o cientista britânico James Lovelock, 92, admitiu que exagerou no catastrofismo.
Criador da hipótese Gaia, segundo a qual a Terra se comportaria como um imenso organismo vivo, Lovelock é um dos gurus do movimento ambientalista.
Também escreveu uma série de best-sellers sobre o futuro apocalipse climático, como “A Vingança de Gaia”, de 2006.
Em entrevista ao site da rede americana MSNBC, Lovelock disse que o comportamento do clima da Terra desde o ano 2000 contrariou suas previsões mais pessimistas, e que serão necessários mais estudos para entender o futuro do planeta.
“O problema é que não sabemos o que o clima está fazendo, embora achássemos que sabíamos 20 anos atrás. Isso levou à publicação de alguns livros alarmistas, inclusive os meus”, disse Lovelock, um dos pioneiros do estudo da química atmosférica.
“O clima continua fazendo os seus truques de sempre. Não tem nada de muito emocionante acontecendo agora. Deveríamos estar a meio caminho de fritarmos”, mas não é isso o que está ocorrendo, reconheceu o pesquisador.
Esquisito – Para Lovelock, é estranho que a temperatura global da Terra não tenha passado por algum aumento nos últimos 12 anos, enquanto os níveis atmosféricos de CO2 (gás carbônico ou dióxido de carbono), principal gás que esquenta o planeta, continuam subindo e batendo recordes.
Lovelock declarou ainda que outros ativistas antiaquecimento global, como o ex-vice-presidente americano Al Gore, também forçaram a mão no catastrofismo.
Gore não se manifestou sobre a entrevista de Lovelock. As declarações também não repercutiram entre os principais climatologistas do mundo, em parte porque quase ninguém, entre os que estão na vanguarda das pesquisas sobre o clima, têm opiniões tão extremas quanto as que ele defendia.
“Fico feliz que ele tenha mudado de ideia, mas Lovelock simplesmente não lia mais a literatura científica sobre o clima”, disse o físico americano Joseph Romm, do site “Climate Progress”.
Para ficar só no exemplo mais simples, a maioria das simulações do clima do futuro indica que a temperatura global deve ficar mais de dois graus Celsius mais quente até o fim deste século.
Esse aumento pode causar secas, inundações e aumento (de 1 m) no nível do mar. Mas não deve chegar perto dos cinco graus Celsius propostos por Lovelock. (Fonte: Reinaldo José Lopes/ Folha.com)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/05/07/82961-guru-verde-renega-catastrofismo-climatico.html

sábado, 5 de maio de 2012

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