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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Física 1º ano: unidades de medidas



Exercício de física

1) Mauri foi ao mercado e comprou 550 cm de fio, sendo assim quantos metros de fio ele comprou?


2) Um carro viajou de uma cidade A a uma cidade B, distantes 200km. Qual foi o percurso deste automóvel em metros?


3) Um bola de basebol é lançada a uma distância de 68,8 m, e leva algum tempo para chegar ao rebatedor. Qual a distância entre o arremessador e o rebatedor em km?



4) Se Jonas gastou 2 h e 30 min para realizar o percurso entre Mãe D’água e Patos, em quantos minutos ele percorreu esse trajeto?


5) Converter 3h em segundos?







Concurso do BNDES: Serão disponibilizadas 270 vagas para cadastro reserva com salário de até 8.423,86...


O BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES, através do Departamento de Administração de Recursos Humanos, torna pública a realização de Seleção Pública para a formação de Cadastros de Reserva de Pessoal para o cargo de nível superior - Profissional Básico (formações de Administração, Análise de Sistemas - Desenvolvimento, Contabilidade, Comunicação Social e Economia) e para o cargo de nível médio - Técnico de Arquivo mediante as condições contidas neste Edital.  

MEIO AMBIENTE


Buraco na camada de ozônio do Ártico é equivalente ao da Antártida
Cientistas afirmaram que, pela primeira vez, registraram um buraco gigante na camada de ozônio na atmosfera superior acima da região do Ártico, parecido com o buraco encontrado regularmente sobre a Antártida, no sul.
Segundo os cientistas, o buraco foi detectado durante vários meses no começo do ano e seu tamanho era cinco vezes o tamanho da Alemanha. Os cientistas afirmaram ainda que, a cerca de 20 km acima da superfície terrestre, 80% do ozônio tinha desparecido.
Informações que já tinham sido publicadas pela revista especializada Nature, em abril, destacavam a destruição da camada de ozônio no Ártico, mas esta é a primeira vez que são publicados dados que já foram totalmente analisados pelos cientistas. A causa foi uma época longa de clima frio naquela altitude.
Em condições de frio, elementos químicos produzidos pelo homem e que destroem o ozônio são mais ativos. “O inverno na estratosfera ártica é muito variável, alguns são quentes, outros são frios”, disse Michelle Santee, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, a agência espacial americana. “Mas, nas últimas décadas, os invernos que são frios estão ficando ainda mais frios.”
De acordo com a pesquisa publicada na Nature, atualmente é impossível prever se essas perdas na camada protetora de ozônio vão ocorrer novamente naquela região. A camada de ozônio impede a passagem dos raios ultravioleta do sol. Esses raios têm efeitos nocivos à saúde, podendo provocar câncer e outras doenças.
Protocolo de Montreal – Os compostos químicos que destroem a camada de ozônio têm origem em substâncias chamadas clorofluorcabonos (CFCs), que começaram a ser usados no século passado em vários produtos, incluindo refrigeradores.
Esses compostos químicos que aumentam o chamado “buraco” na camada de ozônio foram proibidos ou tiveram o uso limitado pelo Protocolo de Montreal das Nações Unidas, assinado em 1987, mas permanecem por tanto tempo na atmosfera que os especialistas esperam que os danos continuem por décadas.
Os efeitos destrutivos foram registrados pela primeira vez na Antártida, que atualmente registra uma grande queda no nível de ozônio em sua camada a cada inverno. As temperaturas da estratosfera na região do Ártico durante o inverno geralmente não caem tanto como as temperaturas no Polo Sul.
O Ártico não bateu nenhum recorde de baixas temperaturas em 2011, mas o ar permaneceu mais frio por um período extraordinariamente longo, cobrindo uma área maior do que o de costume. O tamanho e a posição do buraco na camada de ozônio mudou no decorrer do tempo. Algumas estações de monitoramento no norte da Europa e na Rússia registraram níveis maiores de penetração dos raios ultravioletas-B, mas ainda não se sabe se isto significa algum risco à saúde humana. (Fonte: Portal iG)