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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Clima extremo aumentará pobreza

Clima extremo aumentará pobreza no mundo, diz ONG

A população pobre será uma das mais prejudicadas com o clima extremo previsto para os próximos anos pela ONU, comentou a conselheira para assuntos políticos da ONG Oxfam, Kelly Dent, nesta terça-feira (29).
O anúncio foi feito após a agência de meteorologia da ONU, a WMO (World Meteorological Organization), ter divulgado seu relatório sobre o clima global em 2011, que apontou o ano como o décimo mais quente, além de uma redução na extensão do gelo do Ártico.
“O ano de 2011 foi marcado pelo clima extremo que puniu os pobres do mundo e colaborou para enviar milhões à fome e à pobreza”, disse ela.
A conselheira lembrou que as enchentes na Ásia mataram mais de 1.100 pessoas e fizeram com que o preço do arroz no Vietnã, um dos itens básicos da alimentação na região, subisse cerca de 30%.
“O tempo e a elevação da temperatura são uma ameaça às pessoas vulneráveis no mundo”, salientou.
Nesta semana, a ONG fez fez um alerta sobre as implicações da mudança climática na abertura da COP-17 (17ª Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas), na segunda-feira, em Durban, na África do Sul.
Segundo o Oxfam, o abastecimento alimentar pode ser prejudicado em nível global, com impacto nas colheitas e nos preços dos alimentos, provocando a escassez de comida, desestabilizando os mercados e precipitando a alta dos preços.
O estudo lista como exemplos a seca no Chifre da África, que causou a maior crise humanitária das últimas décadas, os tufões do Sudeste Asiático, no Vietnã e Tailândia, assim como os incêndios em Rússia e Ucrânia.(Fonte: Folha.com)



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sábado, 26 de novembro de 2011

Fóssil de dinossauro...

Fóssil de dinossauro gaúcho com 228 milhões de anos é encontrado

Corredor, bípede, carnívoro e extremamente antigo. Palavras possíveis para explicar o animal que virou um fóssil descoberto pelo pesquisador brasileiro Sergio Furtado Cabreira, em 2004. Descrito recentemente em uma revista científica alemã, o bicho só não deixa dúvidas quanto a sua “nacionalidade”: ele era gaúcho, já que perambulava pela região onde atualmente fica a cidade de Agudo, no centro do Rio Grande do Sul, há longínquos 228 milhões de anos.
Expostos publicamente pela primeira vez em 2006, os restos do dinossauro foram tombados pelo Museu de Ciências Naturais da universidade gaúcha. Agora, o registro científico e a descrição do animal estão disponíveis em um estudo divulgado em 15 de novembro na revista especializada alemã “Naturwissenchaften” (ciências naturais, em alemão).
O nome do dinossauro dá pistas sobre o local onde habitava: Pampadromaeus barberenai. A primeira parte significa “corredor dos pampas”. A segunda é uma homenagem ao paleontólogo Mário Costa Barberena.
Em entrevista ao G1, o descobridor conta que o fóssil corresponde a ossos de apenas um único indivíduo. “Parece um dinossauro que morreu há apenas meses”, vibra Cabreira. “Nós temos praticamente todo o crânio, vértebras, ossos dos membros.”
Os restos mortais do P. barberenai podem ser um dos mais conservados do mundo. “Os ossos não sofreram alterações de volume, comuns durante fossilizações”, diz o paleontólogo da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), em Canoas, no Rio Grande do Sul.
Ora carne, ora vegetal – Com apenas 50 centímetros de altura e 1,2 m de comprimento, o dinossauro pesaria cerca de 15 quilos, segundo os especialistas. Ao ser descrito na publicação científica europeia, P. barberenai foi classificado como um parente próximo de um grupo de animais herbívoros e muito mais altos conhecidos como saurópodes. Já extintos, esse grupo de animais era abundante há cerca de 150 milhões de anos.
Mas a análise cuidadosa dos dentes desse animal revelaram que ele possivelmente comia pequenos animais, insetos e, ocasionalmente, algum tipo de planta. Por esse tipo de alimentação, o P. barberenai é considerado um onívoro – aquele que se alimenta tanto de animais como de vegetais.
Para conhecer a idade do fóssil, o pesquisador se baseou em outros fósseis encontrados no mesmo solo e que são usados como guias. As datações “absolutas” desses fósseis guias foram feitas na Argentina, com exames que utilizam radiosótopos e apresentam margem de erro de apenas 3%.
Os estudos também permitem dizer que o P. barberenai se erguia em duas pernas e corria bastante, assim como o seu nome indica.
Ancestral – Com muita cautela, o paleontólogo sugere que a importância da descoberta. “Esse fóssil apresenta muitos sinais que poderiam indicar um hipotético ancestral comum de todos os dinossauros”, diz.
Apesar das reservas, a aposta de Carneiro tem uma explicação: algumas das características do P. barberenaisão típicas de um grupo de animais que também corriam em duas pernas e eram carnívoros: os terópodos, que tem como mais famoso deles o Tyrannosaurus rex.
Como esses predadores viveram há “apenas” 75 milhões de anos, o dinossauro dos “pampas” poderia ser um ancestral em comum entre terópodos e saurópodes.
Penas ou escamas? – As características do pequeno dinossauro gaúcho levou os cientistas a crer que o animal possuía a pele coberta por penas. “Um animal com pouca massa, pequeno e ativo como esse tende a perder muito calor. Seria impossível ele sobreviver neste clima sem ter uma cobertura para isolá-lo”, explica o paleontólogo.
Cabreira ainda explica como aves e dinossauros são parentes próximos na natureza. “Penas não passam de escamas modificadas”, afirma Cabreira, lembrando também da força nos músculos e na eficiência metabólica que os pássaros possuem para poder voar por vários quilômetros. “Esse padrão pode estar muito próximo daquele que existiria em dinossauros.”
Ainda que as afirmações sobre os hábitos do animal possam ser contestadas, Cabreira estimula a discussão. “Até o Instituto Smithsmonian já fez uma resenha sobre o trabalho”, diz. “O mais interessante talvez nem seja a descoberta, mas as perguntas que ele levanta sobre a vida de fósseis descobertos antes.”
Para o pesquisador, caso o P. barberenai seja reconhecido como um verdadeiro elo entre terópodos e saurópodes, será interessante descobrir como esses dois grupos se desenvolveram de forma tão distinta. “Seria preciso pesquisar como esses caracteres ligados a movimentação e alimentação foram evoluindo nestas famílias”, diz Cabreira. (Fonte: Mário Barra/ G1)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Edital UEPB 2011, níveis fundamental, médio e superior, confira...



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Um foguete é lançado à Lua com velocidade constante de 17500...

>>>Um foguete é lançado à Lua com velocidade constante de 17500 km/h, gastando 22 horas na viagem. 
Calcule, com esses dados, a distância da Terra à Lua em quilômetros.

>>>Resp.:  Utilizando a fórmula: vm = __∆s_ temos  17500 = __∆s__ >>>  ∆s  = 17500 x 22 = 385.000 km
∆t                                22







Um motorista de uma transportadora recebeu seu caminhão...


>>> Um motorista de uma transportadora recebeu  seu caminhão e sua respectiva carga no km 340 de uma rodovia às 13 horas, entregou a carga no km 120 da mesma rodovia às 16 horas. Qual foi a velocidade média desenvolvida pelo caminhão?

>>>Resp.: nesse caso a Velocidade média será negativa, pois o caminhão está se dirigindo para a origem, então:
                                               sf    -  si
Vm =__∆S__        >>>   Vm = 120 - 340     >>>    Vm = __- 220__  = -73,33km/h
             ∆t                                 16 - 13                                 3
                                                                 tf    -   ti



Determine a magnitude da força elétrica...


Determine a magnitude da força elétrica em um elétron no átomo de hidrogênio, exercida pelo próton situado no núcleo atômico. Assuma que a órbita eletrônica tem um raio médio de d = 0,5.10-10 m.


>>>Sabemos que a carga elétrica do elétron é │-1,6.10-19 C│ e a carga do próton │1,6.10-19C│, na aplicação da Lei de Coulomb temos:




Bons estudos!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dispõe-se de três esferas metálicas idênticas e isoladas...

1) Dispõe-se de três esferas metálicas idênticas e isoladas uma da outra. Duas delas, A e B, estão neutras, enquanto a esfera C contém uma carga elétrica Q. Faz-se a esfera C tocar primeiro a esfera A e depois a esfera B. No final desse procedimento, qual a carga elétrica das esferas A, B e C, respectivamente?

RESP.:  C = Q ; A = 0 ; B = 0, ENTÃO TEMOS:

1)       C  +  A___ = ___Q + 0___ = ____Q___ OU Q/2, AGORA TEMOS C = A = Q/2
               2                      2                   2
              


2)  ___C + B__ = __Q/2 + 0__ = ____Q/2____ = ___Q___ X ___1___ = ____Q____
               2                      2                     2                 2              2                  4


                                                                ___
                                                                  1

O 2 POSSUI O DENOMINADOR OCULTO 1, QUE SE TORNARÁ NUMERADOR

AS NOVAS CARGAS SÃO: A = Q/2 ; C = B = Q/4

POR ADMIN.


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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Galera de Mãe D'água-PB

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Ambiente Livre

Este blog é livre para que todos possam divulgar suas idéias e ideais. Apenas peço que não utilizem a página de comentários para publicações racistas ou preconceituosas. "A nossa liberdade começa quando livre está o próximo" - o autor. por: Diego Camboim da Silva

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Gases do efeito estufa


Nível de gases do efeito estufa atinge recorde em 2010, diz agência da ONU
A quantidade de gases do efeito estufa alcançou um novo recorde em 2010 e aumentou mais rapidamente no ano passado do que na média das últimas décadas, segundo o boletim anual sobre gases do efeito estufa, publicado nesta segunda-feira (21) pela Organização Meteorológica Mundial, agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
A concentração dos gases causadores do efeito estufa que permanecem por mais tempo na atmosfera – o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso – se expandiu 39 vezes desde a época pré-industrial.
Houve uma alta de 39% de dióxido de carbono, 158% de metano e 20% de óxido nitroso, de acordo com o relatório da agência, divulgado em Genebra, na Suíça.
Aquecimento global – Na última sexta-feira, documento divulgado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) alertou que as mudanças climáticas provocadas pelo homem já causam ondas de calor e chuvas torrenciais que causam inundações, e provavelmente contribuirão para futuros desastres naturais.
Ainda segundo o documento, as perdas e danos provocados por estes eventos extremos dependerão muito das medidas tomadas para proteger as populações e a propriedade quando a violência da natureza aflorar.
O relatório, divulgado dez dias antes das negociações climáticas em Durban, na África do Sul, é a primeira revisão abrangente das Nações Unidas sobre o impacto do aquecimento global em eventos climáticos extremos e a melhor forma de lidar com eles. (Fonte: G1)por:http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/11/22/76960-nivel-de-gases-do-efeito-estufa-atinge-recorde-em-2010-diz-agencia-da-onu.html

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

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Alienígenas


Luzes podem revelar civilizações alienígenas, dizem astrônomos
Um artigo publicado esta semana na revista científica Astrobiology propõe uma nova estratégia na busca por vida fora do planeta Terra. Em vez de procurar sinais de rádio ou pulsos de laser, os astrônomos sugerem que as luzes urbanas sejam o caminho mais fácil.
Em geral, as técnicas que vasculham indícios de uma civilização extraterrestre usam tecnologias parecidas. Mas a própria evolução tecnológica humana mostra que isso tem limites. Hoje, com as fibras óticas, já não usamos mais tantos sinais de rádio e nos tornamos menos detectáveis por eventuais alienígenas.
Dessa forma, as luzes artificiais seriam o vestígio mais seguro, na opinião dos autores Avi Loeb e Edwin Turner. Isso porque é razoável pensar que qualquer civilização que se desenvolva tenha iluminação para os momentos de escuridão.
“Procurar cidades alienígenas seria um caminho longo, mas não exigiria mais recursos”, afirma Loeb, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, nos EUA. O ideal seria observar as mudanças na emissão de luz de um planeta enquanto ele gira em torno de uma estrela.
Um planeta com áreas iluminadas se destacaria em relação a outro que não tenha luzes artificiais. Apesar disso, essa identificação – da nossa parte – não é possível com a atual geração de telescópios disponível.
Do espaço, seria possível detectar, por exemplo, uma metrópole do tamanho de São Paulo que estivesse no Cinturão de Kuiper, onde ficam os planetas-anões Plutão e Éris, ainda no Sistema Solar.
“É muito pouco provável, porém, que haja cidades alienígenas dentro dos limites do Sistema Solar, mas o princípio da ciência é encontrar um método de checar isso”, aponta Turner, da Universidade de Princeton, também nos EUA.
“Antes de Galileu, era de conhecimento público que objetos mais pesados caíam mais rápido que os leves, mas ele testou e descobriu que a queda ocorre na mesma velocidade”, completa o astrônomo. (Fonte: G1)por:http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/11/07/76477-luzes-podem-revelar-civilizacoes-alienigenas-dizem-astronomos.html