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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

USINAS NUCLEARES EM MARTE....


Usinas de energia nuclear para Lua e Marte são projetadas
As primeiras usinas de energia nuclear para os futuros assentamentos na Lua e em Marte já estão a caminho, anunciou neste domingo (28) o responsável pelo projeto no encontro anual da Sociedade Americana de Química, realizado em Denver.
James Werner, diretor do Laboratório Nacional de Idaho, do Departamento de Energia (DOE, na sigla em inglês), e sua equipe devem finalizar uma demonstração desta tecnologia no início de 2012.
A construção destas usinas serviria para produzir a eletricidade necessária para as bases permanentes – habitadas ou não – na Lua, em Marte e em outros planetas aos quais as naves espaciais conseguissem chegar no futuro.
Trata-se de um projeto conjunto entre o DOE e a Nasa (agência espacial americana), que estabeleceu como metas chegar a um asteroide em 2025 e a Marte em 2030.
Segundo explicou Werner, as novas tecnologias de fissão para a aplicação de energia a esse tipo de superfícies são muito diferentes das aplicadas a estações de energia nuclear na Terra, que necessitam de grandes espaços por suas dimensões e suas grandes estruturas, como as torres de refrigeração.
“As pessoas nunca reconheceriam o sistema de energia de fissão (em Marte ou na Lua) como um reator de energia nuclear”, afirmou Werner. O cientista explicou que o sistema poderia ter aproximadamente 30,5 centímetros de largura por 61 de altura, “aproximadamente o tamanho de uma mala de mão” e não necessitaria de torres de refrigeração.
Werner afirmou que “um sistema de energia de fissão é uma unidade compacta, confiável e segura, que pode ser fundamental para a criação de bases em outros planetas”.
As células fotovoltaicas e o combustível foram os pilares para a geração de eletricidade para as missões espaciais até agora, mas apesar da energia solar funcionar bem nas órbitas terrestres, os especialistas garantem que a energia nuclear oferece algumas características únicas.
“A maior diferença entre os reatores de energia solar e nuclear é que os reatores nucleares podem gerar energia em qualquer ambiente”, explicou Werner. “A tecnologia de fissão nuclear não depende da luz solar, por isso é capaz de produzir grandes quantidades constantes de energia durante a noite ou em entornos hostis, como os da Lua e Marte”, afirmou.
Como exemplo, indicou que um sistema de energia de fissão na Lua poderia gerar 40 quilowatts ou mais de energia elétrica, aproximadamente a mesma quantidade de energia necessária para alimentar oito casas na Terra.
“A tecnologia de fissão nuclear pode ser aplicada na Lua, em Marte ou onde a Nasa necessitar de energia contínua”, indicou Werner. (Fonte: Portal Terra)

Nova droga pode reduzir riscos de AVC em cerca de 20%
Os laboratórios norte-americanos Bristol-Myers Squibb (BMS) e Pfizer divulgaram neste domingo (28) resultados promissores de um vasto estudo sobre uma nova molécula que poderá reduzir a frequência dos acidentes vasculares cerebrais (AVC).
Esse estudo de fase 3 (a última antes de solicitar a comercialização do medicamento) foi feito com 18.201 pacientes, e demonstrou a superioridade do apixaban sobre a varfarina – o tratamento de referência – nos pacientes que sofrem de fibrilação arterial, asseguraram os laboratórios.
Para esse tipo de pacientes, o apixaban é o primeiro anticoagulante que reduz “significativamente” os riscos de morte, afirmaram os laboratórios em comunicado.
Os pacientes que tomam apixaban têm risco 21% menor de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) em relação aos tratados com varfarina, assim como 31% menos probabilidades de padecer de uma hemorragia importante e 11% de morrer.
Os resultados foram apresentados neste domingo durante o Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia em Paris e publicados no jornal especializado New England Journal of Medicine.
O estudo, realizado em 1.034 hospitais de 39 países, foi coordenado pelo Duke Clinical Research Institute (Estados Unidos) e pelo Uppsala Clinical Research Institute (Suécia), informaram BMS e Pfizer.
O AVC é uma preocupação crescente, agravada pelo envelhecimento da população.
Segundo os autores do estudo, 5 milhões de americanos e 6 milhões de habitantes da União Europeia sofrem de fibrilação arterial, a forma mais comum de perturbação do ritmo cardíaco, o que os coloca na categoria de risco de sofrer AVC.
A confirmação do potencial da nova molécula seria uma boa notícia para a Pfizer e BMS, que precisam enfrentar o avanço dos genéricos no mercado de medicamentos. (Fonte: G1) por: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/08/29/73893-nova-droga-pode-reduzir-riscos-de-avc-em-cerca-de-20.html