Pesquisar na web

APROVEITE!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Mãe D'água: Professora Vanusa Ribeiro da Silva ingressou com um mandado de segurança...

Terça-feira, 27 de setembro de 2011

O Professor pode acumular dois cargos, se comprovada a compatibilidade de horários para seu exercício. O entendimento é da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ - PB), com base no artigo 37, inciso XVI, da Constituição Federal. Na sessão realizada na manhã desta terça-feira, 27, o órgão julgou Remessa Oficial no Mandado de Segurança, onde figuram como impetrante a Professora Vanusa Ribeiro da Silva e impetrado a prefeitura de Mãe d'Água.
Segundo o relator do processo, desembargador Genésio Gomes Pereira Filho, a Professora ingressou com um mandado de segurança com pedido de liminar, informando que exerce o cargo desde 1988 e, em 2010, foi aprovada e nomeada para exerce a função de professora de Educação Básica II. Contudo, foi suspensa do cargo anteriormente exercido, "por entender a edilidade não ser possível acumular ambas as funções devido à incompatibilidade de horários".
A impetrantes alegou que o artigo 37 da CF permite a acumulação remunerada de dois cargos de professor quando houver a compatibilidade de horários, "sendo este o seu caso, pois nenhum é de dedicação exclusiva, sendo cada um de vinte horas semanais, conforme dispões a Lei Municipal 338/2009".
Em seu voto, o relator também destacou a Constituição Federal, que autoriza a cumulação de dois cargos de Professor, seja na ativa ou na inatividade. "Assim, a sentença que concedeu a segurança deve ser mantida. Nego provimento à remessa oficial, mantendo a decisão em todos os seus termos", concluiu Pereira Filho.
Fonte: TJ

Variação genética protege rãs de fungo que dizima anfíbios


Cientistas norte-americanos descobriram uma variação genética que está relacionada à resistência dos anfíbios a uma doença chamada quitridiomicose. A descoberta é importante porque a doença, causada pelo fungo Batrachochytrium dendrobatidis, tem alta taxa de mortalidade e ameaça populações inteiras de rãs e sapos.
No estudo, os pesquisadores coletaram indivíduos de cinco populações diferentes de uma espécie chamada Lithobates yavapaiensis, uma rã nativa da América do Norte. Eles foram criados no laboratório e infectados com o fungo já na fase adulta.
Dos 99 animais que participaram do experimento, 14 sobreviveram. Essas rãs mais resistentes vinham de duas das cinco populações coletadas, sendo sete de cada. Para entender o que os protegeu da doença, os pesquisadores analisaram os genes de uma parte do genoma chamada complexo principal de histocompatibilidade (MHC, na sigla em inglês), que coordena a defesa do organismo.
Eles encontraram 33 alelos – formas de um mesmo gene – diferentes, o que é uma variedade grande. As rãs que tinham duas formas desse gene (heterozigóticas) sobreviveram na maior parte dos casos, enquanto as que tinham uma só forma (homozigóticas) morreram em quase todos os testes.
Além disso, um alelo específico, chamado alelo Q, só foi encontrado entre as rãs sobreviventes. Há indícios de que a evolução levou a essa forma do gene. Com isso, os pesquisadores têm esperança de que os anfíbios consigam se adaptar, desde que o habitat seja preservado.
“Esse é um caso em que mostramos a seleção e a adaptação para a resistência a essa doença em particular. A esperança é que possamos detectar esse sinal de resistência evoluída em outras espécies também”, afirmou Kelly Zamudio, professora da Universidade Cornell e coordenadora do laboratório que conduziu a pesquisa.
O estudo foi publicado pela revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). (Fonte: G1)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Concurso UEPB>>>>>vários níveis

CONFIRA NO LINK DE NOTÍCIAS AO LADO INFORMAÇÕES DA UEPB E MUITOS MAIS >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mamíferos começaram a se diversificar mais cedo do que se pensava


Mamíferos já evoluíam antes da extinção dos dinossauros
Um novo estudo sobre mamíferos indica que eles começaram a se diversificar muito antes do que se pensava. Isso teria sido há 80 milhões de anos, no período Cretáceo, e não como se pensava antes – acreditava-se que a maior diversificação dos mamíferos teria ocorrido logo após a extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos.
A pesquisa, liderada por Robert Meredith, do Departamento de Biologia da Universidade da Califórnia, analisou dados moleculares de 164 espécies de mamíferos, trazendo nova luz sobre como e quando eles se diversificaram e começaram a ocupar diferentes nichos ecológicos ao redor do planeta.
“Embora estudos anteriores tenham elucidado as relações entre os mamíferos, este é o primeiro a examinar as relações e os tempos de divergência entre as famílias de mamíferos usando uma reunião de dados de um grande número de genes diferentes”, disse Meredith ao iG.
Segundo Mark Springer, coautor do estudo publicado na revista Science nesta quinta-feira (22), os resultados sugerem a ocorrência de dois eventos na história da Terra que atuaram de forma importante na diversificação dos mamíferos.
“O primeiro deles foi a radiação de plantas com flores durante a Revolução Terrestre do Cretáceo, que muito provavelmente impulsionou uma importante diversificação taxonômica dos mamíferos cerca de 80 milhões de anos atrás. E a segunda teria sido a abertura de um espaço para a aceleração da diversificação morfológica dos mamíferos após a extinção dos dinossauros”, afirmou Springer, do Departamento de Biologia da Universidade da Califórnia.
O boom dos mamíferos – Segundo o novo estudo, o grande momento de diversificação dos grupos de mamíferos não teria sido após a extinção dos dinossauros, e sim antes.
Os mamíferos têm a mesma idade que os dinossauros, mas a ideia que se tem é a de que teriam apresentado pouca diversidade durante muito tempo, de acordo com Eduardo Eizirik, da Faculdade de Biociências da PUC-RS, coautor do estudo publicado na Science. Foi durante seu trabalho de doutorado no Laboratório de Diversidade Genômica dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, em Maryland, que Eizirik se uniu a outros colegas, incluindo o grupo de Mark Springer, para investigar a evolução dos mamíferos, resultando em uma série de estudos sobre este tema.
Por mais de 100 milhões de anos, os mamíferos teriam mantido uma estrutura bastante primitiva, perdendo na corrida com os dinossauros e só conseguido se diversificar expressivamente após a extinção deles. Mas o estudo apresentado agora prova que a equação não é tão simples assim. Há uma diversificação dos mamíferos anterior à extinção dos dinossauros.
“Os principais grupos de mamíferos já estavam formados antes de os dinossauros desaparecerem, e a diversificação entre os grupos teria ocorrido em lugares diferentes do planeta. Eles eram muito parecidos, mas já estavam formando linhagens próprias antes mesmo da extinção dos dinossauros”, comenta Eizirik em entrevista ao iG.
“Quando os dinossauros se extinguiram houve também diferenciação dos mamíferos, mas não tão intensa como ocorreu 15 milhões de anos antes. Nossos artigos anteriores já demonstravam que o pico da diferenciação teria sido anterior à extinção dos dinossauros, mas não detalhavam quando isso teria ocorrido. Agora, temos essa resposta”, completa.
Segundo Springer, o estudo fornece uma estrutura para muitas outras linhas de investigação, incluindo um roteiro para projetos futuros de sequenciamento de genomas. (Fonte: Tatiana Tavares/ Portal iG)

Encontrada nova espécie de tubarão


Espécie rara de tubarão é encontrada no Rio Grande do Sul
Uma espécie rara de tubarão foi doada ao Museu Oceanográfico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul na quarta-feira (21). O animal foi capturado por um barco de pesca a 400 metros de profundidade na costa gaúcha e foi cedido ao instituto já morto, apesar de bem conservado.
O animal é um tubarão-duende (Mitsukurina owstoni), conhecido por apresentar um grande “chifre” na cabeça, logo acima da boca. Essa saliência é feita de material cartilaginoso. O exemplar morreu jovem e tinha 2 metros e 30 centímetros de comprimento. “Aqui no Brasil, esse animal só havia sido encontrado antes em Santos”, afirma Lauro Barcellos, diretor do museu, em entrevista ao Globo Natureza.
Pelo fato de ser um animal muito flácido, ele será conservado em um líquido adequado (formol) e útil para manter os tecidos fixos no corpo. Quando estiver pronto, o tubarão será levado para exposição no museu.
Pouco se sabe sobre a espécie, já que poucos exemplares foram vistos por pesquisadores no mundo todo. No Brasil, as chances são ainda mais remotas de se encontrar o tubarão, já que é rara a pesca a uma profundidade tão grande na costa nacional.
“Seria precipitado dizer que esta espécie está em extinção. Esse peixe simplesmente vive em uma região de difícil acesso, a informação sobre ele é muito escassa”, afirma Barcellos.
O tubarão-duende vive em um ambiente gelado, com temperaturas abaixo de 5 graus Celsius, com pouca luminosidade. Alimenta-se de pequenos peixes e outros animais que vivem no fundo do mar. Para a caçada, essa espécie conta com três fileiras de 25 dentes cada dentro de uma boca que pode ir para frente e para trás. (Fonte: Globo Natureza) Por: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/09/23/74846-especie-rara-de-tubarao-e-encontrada-no-rio-grande-do-sul.html

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Exercício de física >>>>am = aceleração média


Aluno: ______________________________________________________________ nº ______




PROF. DIEGO


ACELERAÇÃO ESCALAR MÉDIA
1)      Um automóvel partiu acelerando e atingiu 90 km/h em 18 segundos. Nesse percurso, qual foi o valor da aceleração média escalar do veículo?



2)      O motorista de um automóvel que desenvolvia 96 km/h começou a freá-lo ao enxergar a luz em vermelha do semáforo, parando completamente em 12 segundos. Qual foi o valor da aceleração escalar média do veículo nesse percurso?



3)      Qual é o valor da aceleração escalar média de um veículo que varia sua velocidade de 60 km/h para 24 km/h em 5 segundos?



4)      A velocidade de um ponto material passa de 20 km/h para 80 km/h. Sabendo que a aceleração média é de 50 km/h, calcule o tempo gasto nessa variação em horas?









Boa prova!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

ESTUDAR É AQUI!

BIOLOGIA, QUÍMICA, FÍSICA, MATEMÁTICA E MUITO MAIS...VC ENCONTRA AQUI.

DEIXE SUA CRÍTICA, OPINIÃO E SUGESTÃO PARA QUE POSSAMOS MELHORAR O BLOG GALERAKBÇA. VALEU!
E.E.E.F.M. de Mãe D’água

Aluno: ___________________________________________________ nº __________        

Data: _________/ _________ /_________                Turma: 2º B        Professor: Diego


Prova de física / dilatação superficial


1 - Uma chapa de zinco, de forma retangular, tem 60 cm de comprimento e 40 cm de largura à temperatura de 20ºC.  Supondo que a chapa foi aquecida até 120ºC, e que o coeficiente de dilatação linear do zinco vale 25 x 10-6 ºC-1. Calcule a sua área final.






2 - A variação do comprimento de um fio de aço em função da temperatura é mostrada no gráfico ao abaixo.  Calcule o coeficiente de dilatação linear do aço.


   






3 - Um orifício numa panela de ferro, a 0ºC, tem 5cm2 de área. Se o coeficiente de dilatação linear do ferro é de 1,2 x 10-5 ºC-1. Calcule a área deste orifício quando a temperatura chegar a 300ºC.







4 - Uma placa retangular mede 10 cm por 20 cm à temperatura de 0ºC. O coeficiente de dilatação linear do material que constitui a placa vale 20 x 10-6 ºC-1. Determine a variação da área da placa quando a temperatura sobe para 50ºC.






Boa prova!