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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

MÃOS NA FACE

MÃOS NA FACE

É EXTREMO QUANDO CORRE
A VENTANIA QUE INSISTE
E A ESPERANÇA QUANDO MORRE
É O DESALENTO QUE INCIDE.


PÓSTUMA É A SAUDADE
QUE VAIDADE ELA TEM
BRINCOU COM SUA REALIDADE
A DISSE NÃO TER NINGUÉM.

EIS QUE VOLTAS A VELHA E INCANSÁVEL FOBIA
FAZ-ME RESTRINGIR-ME AO VENTRE DO DESTINO
TIRÁSTE MINHA ALEGRIA
FAZ-ME NOVAMENTE SER MENINO.

SEM CHÃO. DEIXÁSTE TEU VÉU
A CEGAR-ME OS OLHOS VERDES
TIRÁSTE ATÉ MEU CÉU
E NESTE LUGAR MAL CONSIGO TOCAR AS PAREDES.


AUTOR: DIEGO CAMBOIM DA SILVA ®

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Banco Mundial promove.........................................VISITE: GENIO10.BLOGSPOT.COM


Banco Mundial promove cooperação global para salvar oceanos



O Banco Mundial (Bird) advertiu nesta sexta-feira (24) que os oceanos estão em perigo e propôs que governos, ONGs e outros grupos se associem para protegê-los, uma tarefa para a qual será necessário arrecadar US$ 1,5 bilhão em cinco anos.
Durante a Cúpula dos Oceanos do Mundo, que acontece em Cingapura, o presidente da instituição, Robert Zoellick anunciou a criação da “Associação Global para os Oceanos”, para combater a sobrepesca e a degradação do meio marinho.
O economista apresentou a iniciativa para reunir “países, centros científicos, organizações internacionais, fundações e o setor privado para compartilhar conhecimentos, experiência, perícia e investimentos ao redor de um conjunto de objetivos estabelecidos”.
Concretamente, Zoellick propôs vários objetivos que esta associação nos próximos dez anos, incluindo a redução a menos da metade dos estoques mundiais de pescado. Para obter os meios necessários, a Associação arrecadará pelo menos US$ 300 milhões destinados a reformas, anunciou o presidente do Banco Mundial.
Também serão arrecadados mais US$ 1,2 bilhão para promover “oceanos saudáveis e sustentáveis”. “No total, somam 1,5 bilhão em novos compromissos ao longo de cinco anos”, disse Zoellick, antes de anunciar que o Bird organizará a primeira reunião da Associação em abril em Washington.
Problemas ambientais – Quase 85% dos pesqueiros situados em oceanos são explorados no nível máximo, sobre-explorados ou esgotados, incluindo a maioria das reservas das 10 espécies principais, segundo Zoellick. “Os fatos não mentem e as estatísticas mostram que não estamos fazendo o suficiente (…) e que os oceanos continuam doentes e morrendo”, declarou.
A Associação também tem como objetivo aumentar os lucros líquidos anuais da pesca em até US$ 30 bilhões de dólares, contra as perdas atuais, calculadas em US$ bilhões por ano. As zonas marinhas protegidas devem dobrar, já que atualmente menos de 2% da superfície dos oceanos está protegida, enquanto 12% da terra está preservada.
No aspecto econômico, o diretor do Bird destacou que mesmo poucas ações terão um grande impacto. Nos países em desenvolvimento, os peixes e frutos do mar são a principal fonte de proteínas para um bilhão de pessoas. Além disso, mais de 500 milhões de pessoas têm a pesca como meio de vida. Nestas nações, o peixe é o alimento mais comercializado. Em muitos Estados insulares do Pacífico, eles representam 80% das exportações. (Fonte: G1)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Videos de biologia, química, física, matemática....

Os melhores do vídeos do youtube, confira acima^^^^^^^

GALERAKBÇA, CURTE: kidesconto.blogspot.com



Desabrigados pela cheia do Rio Acre chegam a quase 7 mil



Quase 7 mil pessoas estão desabrigadas e 1.918 desalojadas pela cheia do Rio Acre, segundo boletim divulgado pelo governo do estado em sua página na internet. Os desabrigados estão em alojamentos públicos, abrigos não oficiais e residências de parentes.
O nível do rio chegou a 17,39 metros na medição feita às 15h de terça-feira (21). A marca fica atrás apenas da registrada em 1997, quando atingiu 17,66 metros. A cheia é considerada a segunda maior do rio.
As autoridades do estado esperam que nos próximos dias o Rio Acre volte ao seu leito normal, pois a previsão é que ocorra pouca chuva, o que não deve alterar o volume. (Fonte: Roberta Lopes/ Agência Brasil)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Alzheimer

Andar lento pode prever Alzheimer em pessoas acima de 60 anos, diz estudo



A velocidade com que um indivíduo caminha pode dar pistas sobre a probabilidade do aparecimento de demência em um período mais avançado da vida, afirma um estudo conduzido por pesquisadores americanos.
Ainda segundo a equipe, as chances de um derrame também podem ser indicadas pela firmeza da empunhadura.
O estudo segue o caminho de outras pesquisas que também indicaram conclusões semelhantes.
Uma pesquisa publicada em 2009 no ‘British Medical Journal’ observou uma “forte associação” entre caminhar lentamente e morrer de ataque cardíaco ou outros problemas cardíacos.
Mais recentemente, outro artigo no “Journal of the American Medical Association” sugeriu uma relação entre caminhar mais rápido após os 65 anos de idade e viver mais.
Na última pesquisa, coordenada pela especialista Erica Camargo, do Boston Medical Center, os pesquisadores registraram imagens do cérebro, a velocidade da caminhada e a firmeza da empunhadura de 2.410 pessoas com idade média de 62 anos de idade.
Ao cabo de onze anos, 34 haviam desenvolvido demência e 79 haviam tido um derrame.
Segundo os pesquisadores, as velocidades mais baixas de caminhada estavam relacionadas a um maior risco de demência, enquanto uma empunhadura mais forte coincidiu com chances mais baixas de derrame.
Camargo indicou que o estudo pode servir de base para testes simples para prever o risco de demência ou derrame, que podem ser feitos por médicos no próprio consultório.
“Precisamos de mais estudos para entender por que isto acontece, e para saber se alguma doença preexistente pode ter causado a lentidão da caminhada ou a diminuição da força física”, afirmou.
Reações – As conclusões foram apresentadas no encontro anual da Academia de Neurologia e ainda precisam ser publicada sob o selo de uma revista acadêmica, após a revisão da comunidade científica.
O estudo foi bem recebido por dois especialistas britânicos ouvidos pela BBC. Entretanto, ambos enfatizaram a necessidade de mais estudos para encontrar uma explicação para estas relações.
“Antes que as pessoas comecem a prestar atenção em um apertar de mãos ou a velocidade de cruzar a rua, precisamos de outras pesquisas para entender as razões e os fatores envolvidos”, disse Anne Corbett, diretora de Pesquisas da organização britânica Alzheimer Society.
“A boa notícia é que há muitas que podem ser feitas para evitar o risco de desenvolver demência: adotar uma dieta equilibrada, não fumar, manter o peso, se exercitar regularmente e checar regularmente a pressão sanguínea o nível de colesterol.”
Para Sharlin Ahmed, diretor da organização Stroke Association, para o estudo de ataques cardíacos, se trata de um “estudo interessante”, mas ainda são necessários mais dados.
“Cerca de um terço das pessoas que sofrem derrame ficam com algum tipo de sequela física, incluindo fraqueza nas mãos e dificuldades de andar. Mas é a primeira vez que vimos uma pesquisa que analisa a presença de sintomas relacionados antes de um ataque”, afirmou.
“É um estudo interessante, mas precisamos de mais pesquisas antes de concluir que a força de uma empunhadura ou a velocidade de uma caminhada possam determinar os riscos de derrame.” (Fonte: G1)




galerakbça, curte: visaestudo.blogspot.com

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Nature

Vegetação tropical emite menos CO2 do que se pensava, diz estudo


Estudo publicado na revista científica “Nature” mostra um novo mapeamento feito por cientistas sobre a vegetação tropical do planeta e aponta que as regiões que abrangem florestas, savanas e matas com arbustos guardariam 21% a mais de carbono do que se pensava.
Isto significaria uma desaceleração no desmatamento dessas áreas, consideradas sumidouros de carbono (que absorvem naturalmente este gás de efeito estufa da atmosfera e o armazenam no solo – mais florestas em pé, menos CO2 emitido). Para se ter ideia, a Amazônia concentraria 30% de todo carbono do mundo (cerca de 100 bilhões de toneladas).
Com uma combinação que utilizou dados de satélite com informações colhidas em campo, pesquisadores das universidades Boston e de Maryland, ambas dos Estados Unidos, criaram um mapa que reúne informações da África, Ásia e América.
Essas estimativas são necessárias e fundamentais para a compreensão da quantidade de carbono liberado na atmosfera devido às mudanças na cobertura vegetal e uso da terra.
Aquecimento global – O desmatamento de florestas tropicais é considerado uma importante fonte de emissões de gases de efeito estufa, liberando a 1,1 bilhão de toneladas de CO2 ao ano.
O projeto auxilia nações e projetos ambientais a determinar melhores estimativas de emissões de carbono, necessárias para relatórios emitidos à Convenção Quadro das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês), que apoiam a iniciativa Redd+ (Redução de emissões por desmatamento e degradação).
Greg Asner, ecologista da Carnegie Institution for Science, disse em comunicado divulgado nesta segunda-feira (30) que “a resolução do mapa pode ajudar os países a implementar atividades de melhorar a gestão da floresta e auxiliará no combate às alterações climáticas”. (Fonte: Globo Natureza)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/02/01/79639-vegetacao-tropical-emite-menos-co2-do-que-se-pensava-diz-estudo.html