Pesquisar na web

APROVEITE!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Emissão de carbono negro pode matar células pulmonares


Emissão de carbono negro pode matar células pulmonares, diz estudo

20/05/11

Estudo feito nos Estados Unidos por pesquisadores da Universidade de Iowa aponta que a inalação de nanopartículas de carbono negro, resultante da queima de combustíveis fósseis e de biomassa, pode causar a morte de células do pulmão e agravar infecções no órgão vital para a respiração.
De acordo com Martha Monick, uma das principais autoras da pesquisa, os cientistas esperavam encontrar apenas um nível de inflamação quando as células fossem expostas às nanopartículas de carbono preto.
Entretanto, eles foram surpreendidos quando perceberam que a injeção das partículas matou macrófagos, células responsáveis pelo sistema imune, pela limpeza e que ataca infecções pulmonares, o que aumentou ainda mais a inflamação no órgão.
“Isso mostra que o ser humano, ao ser exposto a um ambiente poluído, pode ser atingido por uma inflamação no pulmão”, disse.
A pesquisadora afirmou ainda que as doses de carbono negro aplicadas no estudo, extraídas do fumo, foram muito mais concentradas à quantidade que uma pessoa pode ser exposta diariamente. “Não quer dizer que alguém vai sentir dor imediata ao caminhar por uma nuvem de fumaça proveniente de escapamentos automotivos”, afirmou Monick.
O carbono negro é encontrado na fuligem liberada na combustão de óleo diesel dos veículos e na fumaça de fornos sem tratamento adequado para gases. (Fonte: G1)

Correntes de água nas profundezas do oceano podem causar alterações no clima


Jatos no abismo oceânico podem afetar o clima, diz estudo alemão

20/05/11

Correntes de água nas profundezas do oceano podem causar flutuações de temperatura e anomalias nos ventos e no ciclo das chuvas no lado tropical do oceano Atlântico, de acordo com um estudo publicado na revista científica “Nature” nesta quinta-feira (19).
Os cientistas já sabiam que fenômenos parecidos ocorrem no Pacífico e no norte do Atlântico e geram o El Niño e o La Niña. Agora, os pesquisadores alemães do Instituto Leibniz de Ciências Marinhas buscavam entender se o mesmo ocorria no Atlântico.
A resposta: sim. As flutuações climáticas nessa região podem ser explicadas, segundo os cientistas, por jatos de água profundos, no abismo do fundo do oceano.
De acordo com o autor principal do estudo, o oceanógrafo Peter Brandt, os cientistas sempre procuraram entender o clima olhando para cima, para a atmosfera. Agora, os resultados da pesquisa, mostram que para desvendar esses segredos eles vão ter que olhar também para baixo. (Fonte: G1)

PM acompanha trasnsporte de urânio na Bahia


PM manda 160 homens acompanharem transporte de urânio na Bahia

20/05/11

A Polícia Militar da Bahia destacou 160 homens do 17º Batalhão e da Companhia de Ações Especiais do Sudoeste e Gerais para acompanhar o transporte da carga de urânio que, na segunda-feira (16), foi impedida por moradores de Caetité (624 km de Salvador) de entrar na cidade.
Nesta quinta-feira (19), uma comissão formada por ambientalistas, representantes da INB (Indústrias Nucleares do Brasil) e da Prefeitura de Caetité decidiu que a carga será levada para as instalações da empresa na cidade baiana.
Desde que as carretas com 90 toneladas de urânio foram impedidas de passar pela cidade, em um protesto organizado por ambientalistas, a carga está armazenada no município vizinho de Guanambi.
A decisão de tentar novamente levar a carga a Caetité foi tomada depois de uma reunião com o presidente da INB, Alfredo Trajan Filho, que foi até o local para acompanhar de perto as negociações.
A comissão decidiu ainda que a carga permanecerá lacrada nas instalações da INB, até que “sejam satisfeitos todos os requisitos de segurança dos trabalhadores da INB e do meio ambiente”. O sindicato dos mineradores da região questionava se a empresa tinha condições de realizar a reembalagem do material.
“Não vamos escoltar a carga. Vamos garantir a integridade do material e também das pessoas’, afirmou o capitão Marcelo Pitta, assessor de comunicação da PM baiana.
Ele também disse que a polícia ainda não foi avisada de quando será realizado o transporte do urânio.
A alegação dos ambientalistas era que as carretas transportavam lixo tóxico. A Cnen (Comissão Nacional de Energia Nuclear) enviou um representante para a cidade. Junto com os outros membros da comissão, ele inspecionou a carga e verificou que se tratava de concentrado de urânio (“yellow cake”), o mesmo extraído na mina de Caetité, que tem baixa radioatividade. (Fonte: Pedro Leal Fonseca/ Folha.com)