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sexta-feira, 30 de março de 2012

Vacinação contra gripe sazonal começa em 5 de maio; campanha também vai imunizar contra HIN1

Vacinação contra gripe sazonal começa em 5 de maio; campanha também vai imunizar contra HIN1

A campanha nacional de vacinação contra a gripe sazonal ou gripe comum será feita entre os dias 5 e 25 de maio. A vacina utiliza as três cepas de vírus que mais circularam no país no ano anterior e, de acordo com o Ministério da Saúde, vai imunizar também contra a influenza A (H1N1) – gripe suína.

O público-alvo da campanha inclui idosos (a partir de 60 anos), população indígena, crianças com idade a partir de 6 meses e menores de 2 anos, grávidas em qualquer período de gestação e profissionais de saúde.

A pasta informou que, apesar dos casos de infecção e morte por H1N1 registrados nas regiões Norte e Nordeste em pleno verão brasileiro, não há previsão de antecipação da campanha.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Ceará, onde pelo menos duas mulheres grávidas tiveram a doença, o período de chuva provoca maior aglomeração de pessoas em ambientes fechados, o que facilita a disseminação do vírus.

Dados do ministério indicam que, no ano passado, cerca de 25 milhões de pessoas foram vacinadas contra a gripe sazonal. Em 2011, assim como este ano, quem recebeu a vacina também ficou imunizado contra a gripe suína. (Fonte: Paula Laboissière/ Agência Brasil)

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/03/30/81715-vacinacao-contra-gripe-sazonal-comeca-em-5-de-maio-campanha-tambem-vai-imunizar-contra-hin1.html

quarta-feira, 28 de março de 2012

"é prá lascar" já tá um forno...

Não será possível limitar aquecimento a 2ºC, diz ex-chefe climático da ONU
O ex-chefe climático da ONU Yvo de Boer disse nesta terça-feira (27) que o compromisso de restringir o aquecimento do planeta a 2ºC, que ele ajudou a costurar na Cúpula de Copenhague em 2009, é hoje inatingível.
“Penso que [a meta de] dois graus está fora de alcance”, disse Yvo de Boer, ex-secretário-executivo da Convenção-quadro sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês), durante a conferência “Planet under pressure” (planeta sob pressão, na tradução do inglês), que acontece na Inglaterra.
A meta de limitar a elevação das temperaturas globais em dois graus Celsius foi estabelecida por um grupo central de países nas horas finais da turbulenta Conferência de Copenhague, em dezembro de 2009, e foi formalizada na cúpula de Cancún, um ano depois. As 195 partes da Convenção-quadro se comprometeram com a meta.
Mas um número cada vez maior de cientistas alerta que o objetivo está se esvaindo sem a realização de cortes radicais nas emissões de gases causadores do efeito estufa, responsáveis pelas mudanças climáticas. Alguns consideram que a meta é uma ilusão política perigosa, uma vez que a Terra se encaminha para uma elevação da temperatura de 3ºC ou mais.
Meta perdida – “A meta de dois graus está perdida, mas não significa que devamos esquecê-la”, disse de Boer. “É uma meta muito significativa, não se trata de um simples alvo que foi tirado do nada, tem a ver com tentar limitar a quantidade de impactos”, acrescentou.
“Não se deve esquecer disso, no sentido de que está se ignorando o fato de que se passou pela dificuldade de formular uma meta que não é alcançada por falta de ação política”, continuou.
“Consequentemente, o processo deveria se tratar de como conseguir aproximar o máximo possível dos 2ºC e não dizer ‘comecem tudo de novo e formulem uma nova meta’, esquecendo que passamos por isto muito recentemente”, alertou.
Copenhague representou um limite nas discussões globais sobre o clima. Suas frustrações, juntamente com as crises financeira e fiscal que atingiram em cheio os países ocidentais, fizeram muitos governos marcar passo e até restringir seus planos de ação contra as emissões de carbono.
Novo acordo – Enquanto isso, o alto preço do petróleo e do gás levaram os grandes emergentes a queimar cada vez mais carvão, a mais suja das fontes de energia fósseis, aumentando as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2).
No ano passado, durante a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 17) em Durban, na África do Sul, os países concordaram em estabelecer um novo acordo climático em 2015 com entrada em vigor em 2020, colocando tanto os países ricos quanto os pobres pela primeira vez sob restrições legais comuns.
De Boer disse esperar que o quinto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) sirva de incentivo para uma retomada do ‘deadline’ de 2015.
“Felizmente, teremos outro grande relatório do IPCC em 2014 e então, quando os governos se reunirem em 2015 para negociar algo significativo, a ciência disponibilizará as informações para este processo político”, afirmou. (Fonte: G1)

terça-feira, 27 de março de 2012

POESIA PARAIBANA


VERDADEIRO SÓ JESUS.


E QUANDO SORRIU A FADA
LOGO ME DEI CONTA DE QUE TUDO ERA NADA
E QUE ME PERDI EM TUAS MÃOS
PENSO: QUANTOS SÃO?
OS QUE ME DIZEM A VERDADE
SEM TRAMAS OU FALSIDADE
UM AMIGO FALSO AO ABISMO ME CONDUZ
LOGO ME DOU CONTA: VERDADEIRO SÓ JESUS.

AUTOR: DIEGO CAMBOIM DA SILVA 

segunda-feira, 26 de março de 2012

O PLANETA AGRADECE!

Volume de embalagens de agrotóxicos destinadas à reciclagem cresce 7% no primeiro bimestre

Quase 5,7 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos foram recolhidas e destinadas à reciclagem ou queima, em janeiro e fevereiro deste ano. O volume já é 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2011. O tratamento desse resíduo pode resultar em 17 produtos, desde uma nova embalagem para agrotóxicos até conduítes (tubos para passagem de fiação) ou sacos de lixo hospitalar.
Nos dois primeiros meses do ano, Mato Grosso (que passou de 1,2 mil embalagens coletadas para 1,3 mil) e São Paulo (575 para 874 embalagens) foram os estados que mais contribuíram em volume de coleta no bimestre. O Paraná ficou em terceiro lugar (de 531 para 636 embalagens).
No caso de São Paulo, o aumento foi de 52%. Em Santa Catarina, a quantidade de embalagens é ainda pequena. Este ano, a cadeia produtiva catarinense entregou ao sistema de tratamento 44 embalagens. Mas na comparação com o ano passado, o crescimento foi de 100%.
Para o engenheiro agrônomo João Cesar Rando, presidente do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), responsável pela coleta e destinação desse tipo de resíduo, o crescimento tem duas justificativas.
De um lado, o procedimento – que ganhou recentemente os holofotes com a criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos – já vigora, no caso de embalagens de agrotóxicos, há pelo menos dez anos. Rando avalia que o prazo é suficiente para que a cadeia produtiva (agricultores, comerciantes e fabricantes) conheça a norma e as penalidades, como multas que podem chegar a R$ 1 milhão, em casos extremos de descumprimento da lei.
Por outro lado, o agrônomo aponta a variabilidade da produção agrícola de cada região. “O fato de ter aumentado 52% em São Paulo nestes dois primeiros meses não quer dizer que esse número vai persistir. Mas é muito provável que, em relação ao ano passado, o volume cresça porque os negócios na agricultura estão crescendo e isso indica que o uso do defensivo agrícola deve crescer também, e, com isso, o volume de embalagens que vamos retirar”, explicou. (Fonte: Carolina Gonçalves/ Agência Brasil)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/03/26/81532-volume-de-embalagens-de-agrotoxicos-destinadas-a-reciclagem-cresce-7-no-primeiro-bimestre.html

Lixo espacial: sai de baixo...:(

Lixo espacial deixa astronautas de estação em alerta

A tripulação da Estação Espacial Internacional teve de se refugiar em cápsulas de fuga de emergência temendo uma colisão com um pedaço de lixo espacial. O detrito, um pedaço descartado de um foguete russo, foi detectado na sexta-feira (24), quando já era tarde demais para mover a estação espacial.
A agência espacial americana, a Nasa, afirmou que o detrito não chegou a se aproximar tanto da estação a ponto de constituir uma ameaça, mas acrescentou que foi preciso tomar medidas de precaução.
Foi a terceira vez em 12 anos que a Estação Espacial Internacional enfrenta o risco de ser atingida por lixo espacial. Em junho, um detrito chegou a 335 metros da plataforma espacial.
Segundo a agência espacial russa, o pedaço de foguete deste sábado passou a uma distância de 23 quilômetros da estação.
”Exercício de abrigo” – A plataforma espacial atualmente conta com três astronautas russos, dois americanos e um japonês.
A equipe recebeu ordens de se refugiar em duas cápsulas Soyuz na eventualidade de a estação ser atingida, mas um porta-voz da Nasa informou que eles receberam o sinal verde para regressar à estação na madrugada do sábado.
O “exercício de abrigo”, segundo o porta-voz, foi realizado “com extremo zelo e de forma muito cuidadosa”. Ele acrescentou que tudo ocorreu “como manda o figurino e o pequeno detrito passou pela Estação Espacial Internacional sem que houvessem incidentes”.
A Nasa está atualmente rastreando cerca de 22 mil objetos que estão percorrendo a órbita terrestre, mas a agência espacial acredita que possam existir milhões de objetos rondando o espaço, como consequência de décadas de programas espaciais.
Os detritos variam de tamanho, podendo ser desde pequenos objetos com menos de um centímetro de comprimento ou até grandes pedaços de foguetes, satélites que não operam mais ou tanques de combustível descartados.
Todos estes detritos que constituem o lixo espacial viajam a velocidades de vários quilômetros por segundo e, numa eventual colisão, podem provocar sérios danos à plataforma espacial ou a satélites.
Um dos eventos que provocou a maior criação de detritos se deu em 2007, quando a China usou um míssil para destruir um de seus próprios satélites. A explosão criou mais de 3 mil detritos, que puderam ser rastreados, e outras 150 mil partículas. (Fonte: Portal Terra)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/03/26/81534-lixo-espacial-deixa-astronautas-de-estacao-em-alerta.html

Biologia: reprodução das pteridófitas (samambaias)

Samambaias lançam esporos com o uso de catapultas


Ao contrário da maioria das plantas, as samambaias se reproduzem sem o uso de sementes ou flores. Em vez disso, elas usam esporos, que são lançados ao ambiente por uma estrutura denominada ânulo, que fica na parte de baixo das folhas.
Um novo estudo, publicado no periódico Science, explica como funciona esse mecanismo semelhante a uma catapulta. “O mecanismo é conhecido há pelo menos um século”, afirmou Xavier Noblin, principal autor do estudo e pesquisador da Universidade de Nice e do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França.
“A novidade está no uso de uma câmera de alta velocidade para observá-lo.” Nas catapultas produzidas pelo homem, uma barra transversal trava a haste da catapulta na metade do caminho, o que garante que a munição seja lançada ao ar e não ao solo.
Usando a câmera de alta velocidade, Noblin e seus colegas puderam ver que o ânulo, que é semelhante a uma esponja, se abre e depois se fecha em dois tempos diferentes à medida que lança os esporos.
O primeiro movimento acontece da mesma forma que ocorreria com qualquer material elástico puxado para trás e depois solto. Ele ocorre em algumas dezenas de microssegundos.
O segundo movimento também é rápido, porém mais lento que o primeiro, ocorrendo em dezenas de milésimos de segundos (um milésimo de segundo é igual a mil microssegundos). Ele ocorre conforme a água corre através das paredes do ânulo.
Esse tempo menor garante que o movimento de catapulta seja interrompido bruscamente, da mesma forma que a barra transversal interrompe o movimento da catapulta artificial. Por esta razão, os esporos são ejetados para o exterior e para longe.
“Eu acredito que podemos sem dúvida extrair ensinamentos dessa descoberta”, afirmou Noblin. “Tenho certeza que ela será usada em tecnologia. Nossa primeira motivação foi apenas compreender os motivos.” (Fonte: Portal iG)

domingo, 25 de março de 2012

sexta-feira, 23 de março de 2012

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Inseto mau ator também consegue o que quer, segundo pesquisa



As chamadas moscas-das-flores tentam imitar outros insetos, como abelhas e vespas, para despistar predadores. Más atrizes, elas não conseguem ficar tão parecidas com os insetos que tentam copiar, mas não são prejudicadas pela fraca atuação, segundo um estudo publicado na revista “Nature” nesta quinta-feira (22).
A falta de fidelidade na imitação já motivou um intenso debate científico, na tentativa de descobrir porque os insetos que são maus atores não foram eliminados pela seleção natural. O estudo publicado na “Nature” analisou pela primeira vez diversas hipóteses e afirma que encontrou uma resposta plausível.
As moscas-das-flores não aperfeiçoaram as técnicas de imitação porque isto não foi necessário para a sobrevivência da espécie, dizem os pesquisadores. Elas não seriam uma presa tão vantajosa para os predadores e por isso enfrentaram uma seleção natural menos intensa, conhecida como “seleção relaxada”.
Método – Para chegar a esta hipótese, os pesquisadores compararam diversas características físicas de 35 espécies de moscas-das-flores, como tamanho de diferentes partes do corpo e cores. Baseados nestas informações, eles calcularam uma primeira medida de fidelidade de mimetismo (quando um ser vivo copia características de outro). A segunda medida foi obtida com a ajuda de voluntários, que tiveram acesso a fotos das diferentes espécies e votaram sobre a qualidade da imitação.
Além de criar estas duas medidas, os cientistas calcularam a abundância das espécies. Após comparar os indicadores, eles verificaram que as moscas-das-flores que eram piores atrizes não eram prejudicadas e continuavam abundantes na natureza. (Fonte: Globo Natureza)

domingo, 18 de março de 2012

Dengue tipo 4, nª de casos assusta cidade do Rio

Casos do tipo 4 da dengue predominam na cidade do Rio de Janeiro




O número de casos de dengue registrados este ano na cidade do Rio de Janeiro já chega a 11.913, segundo o boletim divulgado nesta terça-feira (13) pela Secretaria Municipal de Saúde. Somente na última semana, de 4 a 10 de março, foram notificados 115 casos da doença. Desses casos, o vírus tipo 4 ainda é o predominante, com 68,5% das notificações.
De acordo com a secretaria, desde o início do ano, o maior número de casos de dengue foi registrado em Madureira e bairros próximos, na zona norte da cidade, com 2.944 notificações. O bairro de Campo Grande, na zona oeste, onde foi confirmada em fevereiro deste ano, a primeira morte por dengue no município, registrou até o momento 2.088 casos.
O boletim aponta ainda, que os bairros de Bangu e Realengo, também na zona oeste da capital fluminense, registraram 1.903 casos da doença. Segundo o superintendente em Vigilância Epidemiológica do município, Márcio Garcia, por causa do grande número de casos de dengue registrados na zona oeste, a secretaria intensificou as ações no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da doença.
“A ação de capacitação relacionada ao manejo clínico do paciente suspeito de dengue continua sendo feita desde o ano passado. Atualmente nós temos um registro de 7.384 profissionais já capacitados em parceria com o Ministério da Saúde e com a Secretaria de Saúde. A capacitação é a melhor estratégia para fortalecer a assistência ao paciente com dengue, evitando que o paciente venha a óbito”, disse. (Fonte: Agência Brasil)

quarta-feira, 14 de março de 2012

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terça-feira, 13 de março de 2012

segunda-feira, 12 de março de 2012

terça-feira, 6 de março de 2012

Previna-se


Ingestão exagerada de vitamina E pode enfraquecer ossos, diz estudo

Cientistas japoneses afirmam ter descoberto um vínculo entre a ingestão de vitamina E e a condição degenerativa óssea conhecida como osteoporose, em um estudo que pode lançar nova luz sobre o uso de suplementos vitamínicos.
Cientistas descobriram que dar doses aumentadas de vitamina a ratos em um nível similar àquele encontrado nos suplementos fez com que os ossos dos animais ficassem mais finos.
A vitamina E tem propriedades antioxidantes e é usada no combate ao envelhecimento.
Os ratos desenvolveram osteoporose após oito semanas seguindo esta dieta, com altos níveis de vitamina E, significativamente maior do que a dose encontrada na dieta normal de um roedor, revelou o estudo, publicado na revista científica “Nature Medicine”.
A equipe de cientistas, chefiada por Shu Takeda, da Universidade Keio, afirmou que a vitamina E estimula a geração de células degradantes de ossos, que normalmente trabalham em conjunto com células formadoras de ossos para manter a força óssea.
A osteoporose é uma doença que causa o enfraquecimento do tecido ósseo e a perda da densidade óssea com o passar do tempo. Costuma afetar pessoas idosas, particularmente as mulheres, que ficam mais propensas a sofrer fraturas.
A vitamina E é naturalmente encontrada em vários alimentos, incluindo o óleo vegetal, nozes e alguns legumes folhosos.
Também é encontrada em suplementos como antioxidante e acredita-se que melhore a saúde e retarde os problemas relacionados com o envelhecimento.
O estudo sugeriu a necessidade de se realizar mais pesquisas sobre como níveis aumentados de vitamina E afetam a saúde humana.
“É possível que com o volume (de vitamina E) contido em suplementos de saúde, os ossos possam ficar frágeis”, disse Takeda ao jornal Mainichi Shimbun.
As descobertas foram divulgadas depois que cientistas descobriram que ratos geneticamente modificados para ter deficiência em vitamina E têm alta densidade óssea. (Fonte: G1)
Por: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/03/06/80794-ingestao-exagerada-de-vitamina-e-pode-enfraquecer-ossos-diz-estudo.html