Pesquisar na web

APROVEITE!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Peste negra ou Peste bubônica


Estudo vincula Peste Negra da Idade Média a atual peste bubônica
Uma versão muito menos virulenta da bactéria que provocou a peste negra, a devastadora pandemia que matou um terço da população da Europa no século XIV, ainda existe atualmente, segundo estudo publicado nesta semana.
Exames de DNA das ossadas de vítimas da terrível doença, encontradas em uma fossa comum de um cemitério medieval de Londres, revelaram parte do mesmo sequenciamento genético da peste bubônica moderna, apesar de seus atributos diferentes.
“Pelo menos esta parte da informação genética variou muito pouco nos últimos 600 anos”, afirmou Johannes Krause, um dos autores do estudo, publicado nas periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) dos Estados Unidos.
“Sem sombra de dúvida, o agente patogênico conhecido hoje como Yersinia pestis também foi a causa da peste (negra) na Idade Média”, acrescentou.
A peste negra matou um terço da população europeia em apenas cinco anos, de 1348 a 1353, mas os surtos modernos têm sido muito menos mortais.
Um surto em Mumbai, Índia, em 1904, por exemplo, matou 3% da população, apesar de ter ocorrido antes da descoberta dos antibióticos.
Para o estudo, realizado pelo Instituto de Arqueologia Científica da Universidade de Tubingen, na Alemanha, e pela Universidade McMaster, no Canadá, os cientistas extraíram o DNA de 109 esqueletos de uma fossa comum, no cemitério de East Smithfield, em Londres.
Ao comparar o DNA com o de dez esqueletos escavados de um sítio anterior à peste negra, os cientistas puderam demonstrar que não havia sido contaminado por material moderno genético ou bactérias do solo.
Os autores sustentam que a versão da bactéria que causou a peste medieval provavelmente tenha sido extinta, mas sugerem que novas pesquisas poderiam revelar como pôde ter evoluído até se transformar em uma cepa menos virulenta.
A peste negra, que afeta tanto animais quanto humanos, é causada pela bactéria Yersinia pestis, que os roedores transmitem aos humanos através de pulgas infectadas. (Fonte: Portal iG)
Por: www.ambientebrasil.com.br

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

USINAS NUCLEARES EM MARTE....


Usinas de energia nuclear para Lua e Marte são projetadas
As primeiras usinas de energia nuclear para os futuros assentamentos na Lua e em Marte já estão a caminho, anunciou neste domingo (28) o responsável pelo projeto no encontro anual da Sociedade Americana de Química, realizado em Denver.
James Werner, diretor do Laboratório Nacional de Idaho, do Departamento de Energia (DOE, na sigla em inglês), e sua equipe devem finalizar uma demonstração desta tecnologia no início de 2012.
A construção destas usinas serviria para produzir a eletricidade necessária para as bases permanentes – habitadas ou não – na Lua, em Marte e em outros planetas aos quais as naves espaciais conseguissem chegar no futuro.
Trata-se de um projeto conjunto entre o DOE e a Nasa (agência espacial americana), que estabeleceu como metas chegar a um asteroide em 2025 e a Marte em 2030.
Segundo explicou Werner, as novas tecnologias de fissão para a aplicação de energia a esse tipo de superfícies são muito diferentes das aplicadas a estações de energia nuclear na Terra, que necessitam de grandes espaços por suas dimensões e suas grandes estruturas, como as torres de refrigeração.
“As pessoas nunca reconheceriam o sistema de energia de fissão (em Marte ou na Lua) como um reator de energia nuclear”, afirmou Werner. O cientista explicou que o sistema poderia ter aproximadamente 30,5 centímetros de largura por 61 de altura, “aproximadamente o tamanho de uma mala de mão” e não necessitaria de torres de refrigeração.
Werner afirmou que “um sistema de energia de fissão é uma unidade compacta, confiável e segura, que pode ser fundamental para a criação de bases em outros planetas”.
As células fotovoltaicas e o combustível foram os pilares para a geração de eletricidade para as missões espaciais até agora, mas apesar da energia solar funcionar bem nas órbitas terrestres, os especialistas garantem que a energia nuclear oferece algumas características únicas.
“A maior diferença entre os reatores de energia solar e nuclear é que os reatores nucleares podem gerar energia em qualquer ambiente”, explicou Werner. “A tecnologia de fissão nuclear não depende da luz solar, por isso é capaz de produzir grandes quantidades constantes de energia durante a noite ou em entornos hostis, como os da Lua e Marte”, afirmou.
Como exemplo, indicou que um sistema de energia de fissão na Lua poderia gerar 40 quilowatts ou mais de energia elétrica, aproximadamente a mesma quantidade de energia necessária para alimentar oito casas na Terra.
“A tecnologia de fissão nuclear pode ser aplicada na Lua, em Marte ou onde a Nasa necessitar de energia contínua”, indicou Werner. (Fonte: Portal Terra)

Nova droga pode reduzir riscos de AVC em cerca de 20%
Os laboratórios norte-americanos Bristol-Myers Squibb (BMS) e Pfizer divulgaram neste domingo (28) resultados promissores de um vasto estudo sobre uma nova molécula que poderá reduzir a frequência dos acidentes vasculares cerebrais (AVC).
Esse estudo de fase 3 (a última antes de solicitar a comercialização do medicamento) foi feito com 18.201 pacientes, e demonstrou a superioridade do apixaban sobre a varfarina – o tratamento de referência – nos pacientes que sofrem de fibrilação arterial, asseguraram os laboratórios.
Para esse tipo de pacientes, o apixaban é o primeiro anticoagulante que reduz “significativamente” os riscos de morte, afirmaram os laboratórios em comunicado.
Os pacientes que tomam apixaban têm risco 21% menor de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) em relação aos tratados com varfarina, assim como 31% menos probabilidades de padecer de uma hemorragia importante e 11% de morrer.
Os resultados foram apresentados neste domingo durante o Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia em Paris e publicados no jornal especializado New England Journal of Medicine.
O estudo, realizado em 1.034 hospitais de 39 países, foi coordenado pelo Duke Clinical Research Institute (Estados Unidos) e pelo Uppsala Clinical Research Institute (Suécia), informaram BMS e Pfizer.
O AVC é uma preocupação crescente, agravada pelo envelhecimento da população.
Segundo os autores do estudo, 5 milhões de americanos e 6 milhões de habitantes da União Europeia sofrem de fibrilação arterial, a forma mais comum de perturbação do ritmo cardíaco, o que os coloca na categoria de risco de sofrer AVC.
A confirmação do potencial da nova molécula seria uma boa notícia para a Pfizer e BMS, que precisam enfrentar o avanço dos genéricos no mercado de medicamentos. (Fonte: G1) por: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/08/29/73893-nova-droga-pode-reduzir-riscos-de-avc-em-cerca-de-20.html

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Poluição do ar reduz capacidade de raciocínio


Poluição atmosférica deprime e reduz capacidade de aprender
A poluição provoca danos na capacidade de aprendizado, além de resultar em comportamentos depressivos. O estudo da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, mostrou que camundongos expostos a 10 meses de poluição apresentaram alterações nos neurônios do hipocampo, área do cérebro ligada ao aprendizado e à depressão. O problema não para por aí: estas alterações podem contribuir para o aumento de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.
Estudos anteriores já haviam mostrado que a poluição afetava o cérebro de camundongos. Testes realizados por um período de 10 semanas apresentaram alterações no hipocampo dos animais, no entanto este é o primeiro a medir os efeitos no longo prazo – foram 10 meses de pesquisa – e a relacioná-los com a depressão.
Os pesquisadores do estudo acreditam que a exposição a partículas de poeira e gases estufa induz a baixo níveis, porém prolongados, de inflamações no cérebro. Tanto em humanos como em roedores, danos na capacidade cognitiva e depressão estão frequentemente relacionados com alterações no hipocampo.
Em estudo, ar poluído, semelhante ao das grandes cidades como São Paulo, deixou camundongos com dificuldade de aprendizado e com comportamento depressivo
“É uma coisa que precisamos pensar a respeito. Isto é muito sério. A poluição das cidades provoca não só problemas cardiorrespiratórios como também alterações no cérebro”, disse ao iG Laura Fonken, do departamento de neurociência da universidade de Ohio e autora do estudo publicado no periódico científico Molecular Psychiatry. As partículas de poluição que os camundongos respiraram é a mesma encontrada em grandes cidades da China e Índia. O nível de poluição, igual a 2.5μm simula o ar encontrado em metrópoles de países em desenvolvimento, como é o caso de São Paulo.
Para que se medissem os efeitos da poluição na vida dos camundongos, 21 machos foram divididos em dois grupos. Um permaneceu em ambientes com alta concentração de poluição, o grupo controle ficou em ambiente com ar puro. Os animais eram expostos à poluição seis horas por dia, cinco dias por semana ao longo de dez meses.
Deprimidos e confusos – Após os dez meses de estudo, foram aplicados dois testes clássicos para avaliar a capacidade de aprendizado e a memória, além de comportamento depressivo.
Os camundongos foram colocados em uma espécie de roleta tampada onde apenas um orifício que permitia que ele escapasse dali. Os dois grupos de camundongos foram treinados por quatro dias para conseguir sair do labirinto, mas houve uma grande diferença no resultado entre os animais expostos ao ar puro e os expostos a poluição.
Os camundongos expostos à poluição tiveram mais dificuldade de encontrar o buraco por onde poderiam escapar durante os treinamentos. “Isto sugere que houve danos na capacidade de aprendizado”, disse Laura. Eles também facilmente se enganaram e tentaram escapar pelos buracos falsos. “Durante a prova final, eles também passaram menos tempo perto do buraco correto, o que indica problemas de memória”, disse.
Para analisar o comportamento depressivo, os camundongos foram colocados em uma bacia de água. Em testes como estes, geralmente os animais nadam fortemente no início, procurando escapar. Só após um tempo, eles desistem e começam a boiar. O aumento do tempo em que o animal boia significa falta de esperança. “No estudo, não só os camundongos expostos a poluição ficaram mais tempo boiando como não foram tão vigorosos quando nadaram”, disse. (Fonte: Maria Fernanda Ziegler/ Portal iG)

Medula espinhal


Pesquisa descobre que tipo de células cicatriza medula espinhal
Um estudo publicado nesta quinta-feira descobriu que tipo de células é responsável pela cicatrização da medula espinhal após uma cirurgia. A pesquisa foi realizada pelo Instituto Karolinska de Estocolmo, na Suécia, e dirigida pelo cientista Jonas Frisén.
A equipe de Frisén demonstrou que a maioria das células das cicatrizes na medula espinhal lesionada provém dos pericitos, pequenas células situadas nos vasos sanguíneos. Até então, acreditava-se que as células que formavam as cicatrizes após as lesões da medula espinhal eram as células da glia, que fazem parte do sistema nervoso.
O estudo do Instituto Karolinska permitirá que os cientistas concentrem nos pericitos suas tentativas de aumentar a cicatrização na medula espinhal, o que pode levar a novos tratamentos e favorecer a recuperação funcional dos pacientes com danos no sistema nervoso.
“Os pericitos começam a se dividir justo após o ferimento e dão lugar a um conjunto de células de tecido conjuntivo que migram em direção à lesão para formar uma grande porção de cicatriz”, diz o artigo publicado pela revista “Science”. Na ausência dessas células, ocorrem buracos no tecido, em vez de cicatrizes. (Fonte: G1)

Asteróide pode colidir com a terra?


Cientistas planejam missão para alterar rota de asteroide
A comunidade científica da Agência Especial Europeia anunciou que trabalha em uma missão de “ensaio” para testar a possibilidade de se alterar o curso de um asteroide no espaço. Porém, não há motivos para pânico. Não há indícios de nenhum cometa em rota de colisão mortal com o nosso planeta.
Diferente da obra hollywoodiana de Michael Bay, a missão real para evitar um possível Armagedom do futuro vai se chamar Don Quijote e vai ser composta de dois satélites especiais. Um deles vai ser responsável por se chocar com o asteroide em alta velocidade, o outro ficará na retaguarda analisando os efeitos, além de confirmar se o curso do asteroide mudou ou não.
O provável alvo da missão Don Quijote será o asteroide 99942 Adophis, com cerca de 500 m de comprimento, e que tem a pequena chance de uma em 250.000 de colidir com a Terra em 2036. A Agencia Espacial Europeia planeja fazer o lançamento dos dois satélites em 2015. (Fonte: Portal Terra)