segunda-feira, 14 de março de 2011

TERREMOTO E TSUNAMI PROVOCAM MORTES E DESTRUIÇÃO NO JAPÃO


Número de mortos por terremoto e tsunami passa de 1.300 no Japão

14/03/2011

O terremoto de magnitude 8,9 seguido de um tsunami na sexta-feira (11) deixou pelo menos 1.353 mortos e 1.085 desaparecidos no Japão, segundo o balanço mais recente da Polícia Nacional.
Mas as autoridades admitem que o número de vítimas deve ficar bem maior.
A polícia da província de Miyagi afirmou que estima que mais de 10 mil pessoas tenham morrido só lá.
A província tem uma população de 2,3 milhões e é uma das três mais afetadas pelo desastre.
Em paralelo aos trabalhos de resgate na devastada região costeira, cresce a preocupação com a situação na usina nuclear de Fukushima, onde há risco de uma nova explosão.
Também foi decretado estado de emergência na usina de Onagawa, onde o índice de radioatividade estava acima do permitido.
E o sistema de resfriamento do segundo reator da usina de Tokai, a 120 km de Tóquio, parou de funcionar.
O país também prepara-se para enfrentar cortes programados de energia a partir de segunda. Segundo o governo, o objetivo é evitar blecautes maiores.
O governo mandou 100 mil militares para as zonas afetadas, dobro do número previsto inicialmente, e já começam a chegar ao Japão as primeiras equipes de resgate enviadas por outros países.
Os EUA puseram à disposição das Forças de Autodefesa do Japão seu porta-aviões Ronald Reagan para que seja utilizado como base logística dos helicópteros que voam para as zonas afetadas.
Infraestrutura prejudicada – Milhões de pessoas seguem sem eletricidade e água potável nas zonas afetadas pelo tremor, e o o governo alertou para o risco de blecautes se não houver economia de luz.
Segundo a TV NHK, pelo menos 1,4 milhão de famílias estão sem água potável desde sexta, e outras 2,5 milhões de casas estão sem energia elétrica nas províncias de Aomori, Iwate, Miyagi e Fukushima.
O combustível nos postos de gasolina das províncias atingidas está sendo racionado.
Os cortes de eletricidade afetaram dezenas de hospitais próximos à cidade de Sendai, capital de Miyagi, e que foi a mais afetada.
O Parlamento do Japão não vai funcionar nesta segunda-feira (14), nem as fábricas das principais montadores do país: Honda, Nissan, Mitsubishi, Suzuki e Toyota.
O ministro da Economia, Banri Kaieda, disse que as empresas Tokyo Electric Power e Tohoku Electric Power podem aplicar blecautes controlados em sua provisão a partir de segunda-feira para evitar cortes maciços de eletricidade provocados pelo terremoto.
Sétimo pior da história – O tremor foi o 7º pior na história, segundo a agência americana que monitora terremotos, e também o pior já registrado no Japão. Ele foi seguido de mais de duas centenas de réplicas superiores a 5, várias delas sentidas pela população. O país segue em alerta de novas réplicas.
Houve um alerta de tsunami para diversos países da costa do Oceano Pacífico, mas a chegada das ondas a estes locais causou apenas danos menores, e o alerta foi cancelado. Milhares de moradores foram retirados por precaução. (Fonte: G1)

sexta-feira, 11 de março de 2011

TERMOMETRIA


TERMOMETRIA

EXERCÍCIOS DE FÍSICA



01. (ITA) O verão de 1994 foi particularmente quente nos Estados Unidos da América. A diferença entre a máxima temperatura do verão e a mínima do inverno anterior foi de 60ºC. Qual o valor desta diferença na escala Fahrenheit?
a) 33ºF
b) 60ºF
c) 92ºF
d) 108ºF
e) 140ºF  

02. (FIA-SP) Um termômetro foi graduado segundo uma escala arbitrária X, de tal forma que as temperaturas 10ºX e 80ºX correspondem a 0ºC e 100ºC, respectivamente. A temperatura em X que corresponde a 50ºC é: 
a) 40ºX
b) 45ºX
c) 50ºX
d) 55ºX
e) 60ºX  

03. (UF-Londrina) Uma escala termométrica E adota os valores –10ºE para o ponto de gelo e 240ºE para o ponto de vapor. Qual a indicação que na escala E corresponde a 30ºC? 
a) 55ºE
b) 65ºE
c) 66ºE
d) 54ºE
e) 38ºE  

04. (MACKENZIE) Um turista brasileiro sente-se mal durante a viagem e é levado inconsciente a um hospital. Após recuperar os sentidos, sem saber em que local estava, é informado de que a temperatura de seu corpo atingira 104 graus, mas que já “caíra” de 5,4 graus. Passado o susto, percebeu que a escala termométrica utilizada era a Fahrenheit. Desta forma, na escala Celsius, a queda de temperatura de seu corpo foi de:
a) 1,8ºC
b) 3,0ºC
c) 5,4ºC
d) 6,0ºC
e) 10,8ºC  

05. (UNIBAN-SP) Ao utilizar um termômetro de mercúrio para medir a temperatura de uma pessoa, um médico percebeu que a escala do instrumento estava apagada entre os valores 36,5ºC  40ºC. Para saber a temperatura do paciente, o medico mediu o comprimento da escala do instrumento (de 35ºC a 45°C), encontrando 5,0cm. Em seguida mediu a altura da coluna de mercúrio correspondente à temperatura da pessoa, encontrando 1,5cm. Qual a temperatura determinada pelo médico? 
a) 18ºC
b) 26ºC
c) 24ºC
d) 30ºC
e) 38ºC  


06. A escala de temperatura Fahrenheit foi inventada pelo cientista alemão Daniel Gabriel Fahrenheit (1686 - 1736). Ele teria usado para 0°F a temperatura do dia mais frio de 1727, na Islândia, marcada por um amigo e para 100°F a temperatura do corpo da sua esposa, num determinado dia. Se isso é verdade, então: 
 a) no ano de 1727, na Islândia, a temperatura atingiu marcas inferiores a -20°C;
 b) no ano de 1727, na Islândia, a temperatura não atingiu marcas inferiores a -10°C;
 c) nesse dia, a sua esposa estava com febre;
 d) nesse dia, a sua esposa estava com a temperatura inferior à normal (37°C);
 e) é impossível, pois 100°F corresponde a uma temperatura superior à máxima possível para o ser humano.  

07. (MACKENZIE) Ao nível do mar, mediante os termômetros, um graduado da escala Celsius e outro na escala Fahrenheit, determinamos a temperatura de certa massa de água líquida. A diferença entre as leituras dos dois termômetros é 100. A temperatura dessa massa de água na escala Kelvin é:
      a) 85K
      b) 108K
      c) 273K
      d) 358K
      e) 438K  

08. (FATEC - SP) Certo dia, um viajante verificou que a temperatura local acusava X°F. Se a escala utilizada tivesse sido a Celsius, a leitura seria 52 unidades mais baixa. Essa temperatura é: 
      a) agradável
      b) 50°C
      c) 84°C
      d) 100°C
      e) acima de 100°C  

09. (MACLENZIE) O quíntuplo de uma certa indicação de temperatura registrada num termômetro graduado na escala Celsius excede em 6 unidades o dobro da correspondente indicação na escala Fahrenheit. Esta temperatura, medida na escala Kelvin, é de: 
      a) 50K
      b) 223K
      c) 273K
      d) 300K
      e) 323K 




Resolução:


01 - D
02 - B
03 - B
04 - B
05 - E
06 - C
07 - D
08 - A
09 - E

MENOS CHUVAS PARA A AMAZÔNIA E O NORDESTE


Amazônia e Nordeste devem ter menos chuvas até 2100, diz pesquisa


Relatório finalizado recentemente pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) para Mudanças Climáticas, vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), aponta que o bioma amazônico e o Nordeste do país deverão ter menos chuvas e mais secas no século 21. O relatório considera análises feitas durante 2009 e 2010 e integra dados de 26 projetos distintos.
De acordo com o instituto, que reúne diversas entidades de pesquisa e ajuda a embasar programas de implementação do Plano Nacional sobre Mudança do Clima, a quantidade de chuvas na Amazônia e no Nordeste brasileiro terão redução de até 40% até 2100.
No mesmo período, as chuvas deverão aumentar cerca de 30% em áreas do sudeste da América do Sul, incluíndo a bacia Paraná La Plata, segundo o relatório.
Parte do aquecimento na Amazônia, por exemplo, pode ser explicada por uma das pesquisas anexas, segundo a qual 30% da radiação solar em áreas de Manaus (AM) e Porto Velho (RO) é absorvida por partículas atmosféricas provenientes de emissões de queimadas. Agora, cientistas avaliam os efeitos dos aerossóis sobre a saúde das populações.
A prevalência de males como a leptospiroses, a dengue, doenças respiratórias e cardiovasculares também foi analisada por estudos vinculados ao relatório. Um dos exemplos mais preocupantes diz respeito à incidência de dengue em municípios amazônicos.
Em Manaus, a doença estaria associada a outras transmitidas pela água, por exemplo. Segundo o relatório, atividades humanas pelo uso da terra e o avanço do desmatamento poderiam colaborar com o aumenta da incidência da dengue em áreas próximas a capital do Amazonas. (Fonte: Globo Natureza)
Extraído de: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/03/07/67192-amazonia-e-nordeste-devem-ter-menos-chuvas-ate-2100-diz-pesquisa.html

quarta-feira, 2 de março de 2011

SACOLAS PLÁSTICAS OU SACOLAS ECOLÓGICAS?


Saco plástico causa menos danos que ecobags, diz relatório

Uma pesquisa inédita do governo britânico indica que sacolas de plástico, odiadas por ambientalistas e rejeitadas por consumidores, podem não ser vilãs ecológicas.
Um relatório da Agência do Meio Ambiente britânica, obtido pelo jornal britânico “The Independent” no último domingo (27), descobriu que PEAD (polietileno de alta densidade) utilizado nas sacolas causa menos impacto ambiental do que as matérias-primas das ecobags.
Os sacos de polietileno são, a cada utilização, quase 200 vezes menos prejudiciais ao clima do que as sacolas de algodão. Além disso, emitem um terço do CO2 em comparação às sacolas de papel oferecidas pelos varejistas.
Os resultados do relatório indicam que, para equilibrar o pequeno impacto de cada saquinho, os consumidores teriam que usar a mesma sacola de algodão em todos os dias úteis do ano, ou sacolas de papel.
A maioria dos sacos de papel são utilizados apenas uma vez e o estudo levantou que sacos de algodão são usados apenas 51 vezes antes de serem descartados, tornando-se – de acordo com o novo relatório – piores que as sacolas plásticas usadas apenas uma vez.
Apesar de ter sido encomendada em 2005 e programada para publicação em 2007, a pesquisa ainda não tinha sido divulgada ao público.
Oficialmente, a Agência do Meio Ambiente disse que o relatório – “Life Cycle Assessment of Supermarket Carrier Bags”, de Chris Edwards e Meyhoff Jonna Fry – ainda está sendo revisado. No entanto, foi submetido ao processo de revisão há mais de um ano.
A agência não tem a data da publicação, mas declarou que será em breve.
O relatório queria descobrir qual dos sete tipos de sacos têm o menor impacto ambiental na poluição causada pela extração das matérias-primas, produção, transporte e eliminação.
Segundo os pesquisadores, ‘” PEAD teve o menor impacto ambiental entre as opções de uso individual em nove das dez categorias. A sacola de algodão teve um bom desempenho porque foi considerada a mais leve”.
Seis bilhões de sacolas plásticas são utilizadas em todo o Reino Unido por ano e não há dúvida de que causam problemas ambientais, como lixo e poluição marinha, utilizando petróleo. Limitar o uso e reutilizá-las reduz os danos.
Que saco devo usar? – Todos os sacos causam impacto. A melhor solução seria utilizar um saco de algodão centenas de vezes, provavelmente por anos. Para usar poucas vezes, a melhor opção é o plástico, segundo o estudo. (Fonte: Folha.com)
Extraído de: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/03/02/67036-saco-plastico-causa-menos-danos-que-ecobags-diz-relatorio.html

PROTEÍNA AJUDA NO COMBATE A AIDS


Brasileiros acham proteína que pode ser usada em tratamento contra Aids


Pesquisadores brasileiros conseguiram identificar uma proteína que vai ajudar a desenvolver no Brasil uma vacina para o tratamento da Aids. O trabalho foi feito por cientistas de três universidades no país: em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Pernambuco.
O tratamento desenvolvido com vacina terapêutica por pesquisadores das universidades federais de Pernambuco e do Rio de Janeiro e da Universidade de São Paulo não é preventivo, mas pode melhorar a qualidade de vida dos doentes. Dezoito pacientes já testaram a vacina e a metade deles teve a carga viral reduzida a quase zero.
Os pesquisadores quiseram saber porque um grupo de pacientes reagiu melhor à medicação do que o outro. A resposta está nos fatores genéticos. As células de defesa dos pacientes que mais reduziram a carga viral produzem uma quantidade maior de uma proteína específica, chamada NALP.
“O papel desta proteína no combate ao vírus da Aids é reconhecer o vírus e chamar a atenção de outras proteínas inflamatórias que geram a cascata de eventos moleculares, visando à destruição do vírus mesmo”, afirma Sérgio Crovella, professor da UFPE.
A partir da presença da proteína NALP nas células de defesa, os pesquisadores desenvolveram um marcador genético, que permite identificar quais os pacientes mais resistentes e os mais vulneráveis ao vírus da Aids.
A descoberta vai definir o critério de seleção dos doentes para os estudos e poderá melhorar a qualidade da vacina. O mais novo passo em direção à vacina terapêutica está sendo comemorado pela comunidade científica.
“Ajuda a gente a pensar melhor, a entender melhor o mecanismo da doença e da infecção, e a confecção mais inteligente da vacina”, diz Luiz Cláudio Arraes Alencar, afirma o pesquisador da UFPE. (Fonte: G1)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

QUÍMICA 2º ANO 1-Concentração comum (C)

E.E.E.F.M. DE MÃE D’ÁGUA
ALUNO(S):

TURMA:
DATA:
                                                         
QUÍMICA 2 ANO

Concentração comum determina a quantidade de soluto (grama) contido em um Litro de
solução. A concentração é dada em g/L.

   C =    m( g )
             v ( L )     

m  = massa do soluto; V = volume de solução em litro

Exercícios:

1) Qual a concentração de uma solução contendo 20g de NaI dissolvidos em 500ml
de solução aquosa?





2) Foram adicionados  4 g de NaCl a 400 mL de água afim de se obter uma solução de concentração:
a) 8 g/L
b) 20,0 g/L
c) 0,20 g/L
d) 0,08 g/L
e) 12,5 g/L

3) Qual deve ser a massa em gramas de um sal presente em uma solução de 200 mL, cuja concentração é de 2 g/L?





4) Calcule a concentração de uma solução de NaOH, sabendo-se que ela encerra 0,2 g do sal em 2000 mL de água.




QUE DEUS NOS GUIE SEMPRE PELOS ADVERSOS CAMINHOS DA VIDA 
Professor Diego

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ondas de fome


Miniguerra nuclear provocaria inverno global e ondas de fome

Depois de analisar explosões nucleares, climatologistas reunidos nos EUA concluíram que sentem saudades dos bons tempos da Guerra Fria, quando o mundo corria menos risco de sofrer milhões de mortes em função das consequências climáticas da guerra nuclear.
Não é piada. A questão é que desde 1983, quando o grande físico americano Carl Sagan e colegas publicaram um artigo na “Science”, sabe-se bem qual seria o efeito de uma guerra atômica entre grandes potências: um grave inverno nuclear.
Mas não havia, na época, capacidade computacional para modelar direito os efeitos de brigas nucleares menores, entre países com meia dúzia de bombas cada um.
Não havia nem muita preocupação em saber isso: a Índia já avançava com as suas bombas, mas o Paquistão e a Coreia do Norte, por exemplo, ainda estavam muito longe de fazer testes nucleares. Além disso, ninguém imaginava que a União Soviética fosse se desmantelar, perdendo o controle sobre parte de suas armas.
Alan Robock, da Universidade Rutgers, e Michael Mills, do Laboratório de Física Espacial e Atmosférica dos EUA, responderam agora a essa questão. Eles simularam guerras entre a Índia e o Paquistão e no Oriente Médio, onde Israel supostamente tem armas nucleares e o Irã tem pretensão de tê-las.
“Usariam apenas 0,03% do poder explosivo do arsenal nuclear global”, diz Robock. Seria algo equivalente a 50 bombas de Hiroshima (cujo poder destrutivo hoje é considerado pequeno).
Além dos milhões que morreriam instantaneamente, o cenário pós-guerra seria de caos, mesmo em lugares muito distantes do conflito. As bombas levantariam uns 5 milhões de toneladas de fumaça preta e densa.
A circulação global do ar espalharia essa fumaça toda. Em cinco dias, o Egito já estaria “eclipsado” por ela, e a massa escura invadiria a Europa. Em nove dias, a fumaça cobriria o Brasil.
A fumaça acabaria se acomodando em regiões elevadas da atmosfera, acima das nuvens de chuva. Ficaria lá por pelo menos uma década, até começar a desaparecer.
A temperatura média cairia 1,25°C. Pode parecer pouco, mas isso seria a menor temperatura nos últimos mil anos. Como o aquecimento global está mostrando, modificações de frações de grau podem ter grandes consequências, e esfriar é tão ruim quanto esquentar.
Com o planeta ficando mais frio, a evaporação da água diminuiria, e menos chuva e menos luz solar criariam problemas na agricultura e na economia – e fome.
Ou seja, em vez de o mundo depender da responsabilidade de dois ou três países para evitar uma desgraça, como era nos anos 1960, agora é necessário confiar na estabilidade de nove governos.
A coisa até melhorou em relação aos anos 1990, quando Belarus, Cazaquistão e Ucrânia devolveram à Rússia as armas que tinham herdado dos soviéticos. Por outro lado, há hoje 20 países enriquecendo urânio em larga escala, ainda que sem bombas.
O trabalho foi apresentado durante a reunião da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência). (Fonte: Ricardo Mioto/ Folha.com)

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/02/21/66662-miniguerra-nuclear-provocaria-inverno-global-e-ondas-de-fome.html

Resumo dos conteúdos para a avaliação do 4º bimestre de 2025 (8º ano B e C)

  Ver resumo e acessar atividade   OBS.: AO ABRIR A PASTA COM OS ARQUIVOS, FAÇA O DOWNLOAD (BAIXE) DA ATIVIDADE PARA RESPONDÊ-LA. SE QUISER ...